terça-feira, 27 de setembro de 2011

Rock in Rio 2011: Rock in Rio deve ter edição no México em 2012


Fonte: AE - Agência Estado
O diário 'El Universal', da Cidade do México, noticiou hoje que a capital mexicana deve receber no ano que vem sua primeira edição do Rock in Rio. O jornal cita entrevista de Roberto Medina, criador do festival, que teria dito que, entre Colômbia e México, opções que tem examinado, a cidade que deve receber o festival é a segunda.
Postagem: Magno Oliveira

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Milton Nascimento divide o palco com Esperanza


Fonte: Lucas Nobile – O Estado de S.Paulo
Milton Nascimento dividiu o palco com a contrabaixista e cantora americana Esperanza Spalding na tarde deste sábado, 24, no Palco Sunset. A apresentação terminou por volta 19 horas.
Fã declarada do cantor, Esperanza cantou vários sucessos de Milton em português, entre eles Ponta de Areia, que abriu a apresentação, e Maria, Maria, que agitou o público das mais variadas idades.
Muito emocionado, Milton Nascimento aprovou a parceria: “Essa é minha mais nova companheira de trabalho. Para toda a vida”, disse.
O palco Sunset apresentou os mesmos problemas de som da sexta-feira, 23. Por conta das complicações sonoras, todos os shows estão atrasados. O palco Sunset  terá ainda a apresentação de Mike Patton, Mondo Cane e Orquestra de Heliópolis. As apresentações do Palco Mundi, previstas para começarem às 19 horas, devem começar só depois das 20h30.
Postagem: Magno Oliveira

Rock in Rio 2011: Capital Inicial faz show enérgico e estremece Rock in Rio



Fonte: Vicente Seda, iG Rio de Janeiro 24/09/2011 22:25


Banda homenageou filho de Cissa Guimarães, que completaria 20 anos neste sábado e era fã de Red Hot Chilli Peppers, o último do dia a entrar no palco Mundo


Não precisa ser fã do Capital Inicial para reconhecer: a banda estremeceu o palco Mundo do Rock in Rio. Abusando das pancadas, o grupo comandado por Dinho Ouro Preto fugiu ao setlist programado e fez uma apresentação enérgica e impecável, com o vocalista visivelmente emocionado, sem parar de rir, diante da enorme plateia que pulou como em poucos momentos até agora no festival. Houve espaço para covers do Aborto Elétrico (banda de Brasília formada por membros do Capital e por Renato Russo) e até do The Clash, mas a música do Raimundos, prevista inicialmente, ficou fora provavelmente por falta de tempo.

No meio da apresentação, o cantor homenageou Rafael Mascarenhas, filho de Cissa Guimarães que morreu atropelado em julho de 2010 e neste 24 de setembro estaria completando 20 anos. Rafael era fã da banda que encerrará as apresentações desta noite no palco principal, o Red Hot Chilli Peppers, e Dinho afirmou que entregou uma carta pedindo que os californianos o citem em seu show.

“Recebi uma carta do Dado Villa-Lobos, do Legião Urbana, lembrando que seria o aniversário do Rafael Mascarenhas, filho da Cissa, que era acima de tudo fã de skate e do Red Hot Chilli Peppers. Entreguei uma carta para o pessoal do Red Hot, nem sei se receberam, mas pedi que o mencionem também hoje. Não sei o que farão, mas é isso aí Rafael!”, gritou o cantor, muito aplaudido.

Curiosamente, o show começou leve, mas com bastante empolgação. Dinho, elétrico, cantou “Como se sente” e, em seguida, o petardo “Independência”, que tirou o público do chão. Depois de “Quatro vezes você”, Dinho se derreteu: “C... quanta gente, olha isso! O meu coração está disparado! Tenho de me acalmar. Vamos cantando e depois converso mais com vocês. Essa é para quem gosta de enfiar o pé na jaca”, disse o cantor, reproduzindo os dizeres da sua camisa em inglês “Party Hard”.
As primeiras palavras da letra de “Natasha” já provocaram histeria coletiva, com o público cantando tudo, mesmo quem estava mais distante do palco. Após “Depois de meia-noite”, Dinho lançou “Como você devia estar” e a balada “Primeiros erros”, que teve momento de silêncio do cantor para que o público assumisse o vocal.

“Agora chega de balada, rock na veia”, determinou Dinho, para iniciar uma sequência infernal. Sob efeito de cortisona, por causa de dores na perna, deu a impressão de que pularia feito louco mesmo sem o medicamento. O cover de The Clash, “Should I stay or should I go”, botou o povo para pular. Emendou com Aborto Elétrico. “Música urbana” terminou com a plateia em êxtase e Dinho preocupado.
“Tem um cara passando mal ali. Está na boa? Quer água?”, perguntou o cantor, que foi buscar água para o fã e acabou bastante aplaudido. Em seguida, outro passando mal no gargarejo. “Vamos todos dar um passo para trás, o pessoal aqui está sendo esmagado. Até vocês aí na casa do c...! Pega água, pega água para c...”, pediu o vocalista, arrancando novos aplausos antes de jogar várias garrafas de água para o público.
Antes do petardo seguinte, também do extinto Aborto Elétrico, ele novamente conversou com a plateia. “A gente gostava de andar de skate, tocar rock e falar mal do governo, qualquer que fosse, porque são todos iguais. Nunca confie em um político. Essa é dedicada ao José Sarney”, avisou para lançar “Que país é este?”, que não estava na programação, com o público respondendo em peso: “É a p... do Brasil!”.
A banda ainda tocou “Fátima”, “Veraneio vascaína (Aborto Elétrico) e encerrou com “À sua maneira”, pedindo, antes de sair do palco, para todos levantarem as mãos e gritarem: “Do c...!”, para que o grupo tirasse uma foto. Não houve quem não batesse palmas.
Veja abaixo o repertório do show do Capital Inicial no Rock in Rio:
"Como se sente"
"Independência"
"Quatro vezes você"
"Natasha"
"Depois da meia-noite"
"Como devia estar"
"Primeiros erros"
"Should I stay or should I go"
"Música Urbana"
"Que país é esse?"
"Fátima"
"Veraneio vascaína"
"À sua maneira"
Postagem: Magno Oliveira

NX Zero é vaiado no Rock in Rio

Fonte: Jotabê Medeiros – O Estado de S.Paulo
As primeiras vaias convincentes do Rock in Rio foram para uma banda brasileira, o NX Zero, emergente grupo paulistano que tentou tornar o caminho mais fácil desde que pisou no palco Mundo do Rock in Rio 2011. O vocalista, Di Ferrero,parecia prever que nem tudo correria bem. Festejou que o Rock in Rio voltou para o Rio, vestiu uma camiseta da seleção brasileira, chamou o próprio show de “f…”, mas não deu.
Para “iluminar os caminhos”,  Ferrero pediu para todo mundo acender qualquer instrumento reluzente, isqueiro ou um celular, mas mesmo isso funcionou médio. As vaias vieram quando eles se despediram – embora tenham vindo de uma minoria, mas bastante convicta. Um garoto se escondia dentro de uma cabine cenográfica do Bradesco tampando os ouvidos enquanto o som se desenrolava no palco. Muitos apontavam o dedo médio para o palco.
Postagem: Magno Oliveira

Rock in Rio 2011: Segunda noite é marcada pelas poças de água e shows medianos


Chuva trouxe sujeira. Capital Inicial e Red Hot se destacaram neste sábado (24)


Fonte: iG Rio de Janeiro 25/09/2011 04:15
Segurança reforçada, trânsito sem problemas e ônibus com fácil acesso à Cidade do Rock. O segundo dia de festival parecia que seria bem mais tranquilo do que o anterior, com mais acertos. Mas aí veio a chuva.

Poças se formaram em todo o complexo, os brinquedos tiveram que ser fechados e as capas de chuva tiraram o charme das moças que capricharam no visual rock’ roll. O lixo se acumulou por todos os cantos. O pessoal da limpeza não deu conta de retirar os detritos, como copos e objetos de ações de marketing distribuídos pelos patrocinadores. Stone Sour tocava no palco principal enquanto a chuva caia. 


A noite começou com NX Zero, apesar dos protestos dos roqueiros mais afoitos em ver a última apresentação, Red Hot Chilli Peppers. Coube a uma seleção de atrações paralelas fazer então o trabalho “sujo”. Ponto alto para a Rock Street que viveu nesta noite um momento de congestionamento com Evandro Mesquita tocando clássicos dos anos oitenta e setenta. Mais de dez mil pessoas curtiram o som saudosista.


Ficou para o palco Sunset ter alguns dos melhores shows do sábado. Destaque para a inusitada combinação do peso percussivo da Nação Zumbi com o delicado pop de Tulipa Ruiz e para a MPB jazzística (ou jazz emepebístico) de Milton Nascimento e Esperanza SpaldingNo encerramento, com quase duas horas de atraso, Mike Patton tocou músicas do Mondo Cane, seu projeto dedicado a canções italianas da década de 1960. Acompanhado pela Orquestra de Heliópolis, o roqueiro uniu a beleza e perfeição do pop europeu com a intensidade do Faith No More, num dos grandes shows até agora do festival. Ao final, o som do palco foi sobreposto pelo início do Stone Sour. Patton mandou eles calerem a boca, mas não adiantou.Snow Patrol sucedeu Capital Inicial, que havia feito um show quente, dispensando o frio trazido pela chuva. Com Mariana Aydar, os britânicos fizeram parte do público dormir, enquanto aguardava a chegada dos “pimentas vermelhas”.

Fechando o primeiro fim de semana do Rock in Rio 4, chega a vez do som do metal dominar o palco principal com: Glória, Coheed and Cambria, Motörhead, Slipknot e Metallica, a partir das 19h deste domingo (25).

Postagem: Magno Oliveira


Casamento no Rock in Rio: vc faria?



Foto: Evelson de Freitas/AE
Ao som de “Under the Bridge”, do Red Hot Chilli Peppers, tocada em um violoncelo, Raquel e Gabriel se casaram diante do público do Rock in Rio, na Cidade do Rock.
O casal trocou a data da igreja quando soube que o show da banda californiana seria no mesmo dia com direito a vestido de noiva, juíza de paz e troca de alianças no coreto da Rockstreet.
Os dois começaram a namorar em 2005, em um show do Pearl Jam, a outra banda favorita do casal.
Vc faria?
Fonte: Estadão Cultura
Postagem: Magno Oliveira

Rock in Rio 2011: Nem o charme de Mariana Aydar dá graça a show de Snow Patrol


Apresentação mediana antecede principal motivo da presença do público deste sábado

Fonte: Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro 25/09/2011 00:10


Fazer um show no dia que é considerado por muitos o mais fraco de atrações na programação do Rock in Rio tem seus dois lados. O positivo é que fica mais fácil se destacar, tirando a comparação com a atração principal, que encerra o sábado (24), neste caso o Red Hot Chilli Peppers. O lado negativo é que se destacar não é para qualquer um.


Snow Patrol reforça esta teoria. Show fraco resulta em gente desanimada. Não por causa da chuva, que cessou ainda no meio do Capital Inicial. Mas pelo repertório, em grande parte, desconhecido do público. O início até parecia promissor, com “You’re all I have”. Mas não foi o suficiente para acordar os presentes, que se ajeitaram na grama sintética, ainda que molhada, para descansar e tirar cochilos entre uma música e outra. Snow Patrol serviu de brecha para repor as energias em prol da atração seguinte. 


Com diversos efeitos visuais, o vocalista Gary Lightbody agradeceu em português, foi até bem perto do público e pegou uma bandeira do Brasil, esticando-a em seguida no microfone. Pela primeira vez no Rio de Janeiro, a banda britânica que já havia se apresentado em São Paulo, abusou de efeitos visuais. Lightbody chamou então ao palco a cantora Mariana Aydar para cantar a música “Set the Fire to the Third Bar”, gravada originalmente com a canadense Martha Wainwright. 

Mariana demorou a subir ao palco e eles tiveram que antecipar uma música, alterando o set list inicialmente divulgado. A brasileira fez ontem uma participação no show do grupo Móveis Coloniais de Acaju, no Palco Sunset. 

Encerrando a apresentação de exata uma hora de duração, Snow Patrol finalizou com “Open your eyes”, mais famosa do grupo. Hora então do público se levantar, sacudir a poeira e dar a volta no casaco. Era para ser um show de rock, mas foi música para embalar o descanso do público.

Veja abaixo o repertório do show do Snow Patrol no Rock in Rio:

"You’re all i have"
"Take back the city"
"Called out in the dark"
"Hand’s open"
"This isn’t everthing you are"
"Run"
"Shut your eyes"
"Make this go on forever"
"Set the fire"
"Chocolate"
"Just say yes"
"Chaging cars"
"Fallen empires"
"Open your eyes"



Postagem: Magno Oliveira