quarta-feira, 30 de maio de 2012

Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade


Inscrições abertas para a 25ª edição de importante prêmio do patrimônio cultural no país

Brasília – Até o dia 9 de  julho, pessoas físicas e jurídicas de todo o país poderão inscrever seus projetos em umas das sete categorias do prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC).
A mais importante premiação do patrimônio cultural no Brasil chega a sua 25ª edição comemorando os 75 anos da instituição e os 400 anos de São Luís, a capital maranhense.
Os sete selecionados receberão como prêmio R$ 20 mil e um troféu. As superintendências regionais do Iphan irão presidir as comissões responsáveis pela seleção das ações nos estados e no Distrito Federal.
Os vencedores estaduais serão, então, encaminhados para a Comissão Nacional de Avaliação. A divulgação dos sete vencedores está marcada para o dia 28 de setembro.
Para realizar a inscrição, os proponentes deverão procurar uma superintendência estadual do Iphan mais próxima. Para tanto deve ser apresentado um dossiê ilustrado que caracterize a atividade realizada. O edital da 25ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade está à disposição nas superintendências do Iphan e nos sites www.iphan.gov.br e www.comprasnet.gov.br.
O prêmio foi criado em 1987 pelo Iphan em reconhecimento a ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro e está dividido em sete categorias: promoção e comunicação; educação patrimonial, pesquisa e inventário de acervos; preservação de bens móveis, preservação de bens imóveis; proteção do patrimônio natural e arqueológico, e salvaguarda de bens de natureza imaterial.
(Texto: Ascom/MinC, com informações do IPHAN)
Fonte: Ministério da Cultura
Postagem: Magno Oliveira

Dalton Trevisan recebe prêmio Camões


Importante premiação concede a escritor curitibano reconhecimento Internacional
Brasília – Dedicação ao fazer literário e a imensa contribuição para a arte do conto em língua portuguesa fizeram com que o júri da edição 2012 do prêmio Camões concedesse a honraria ao escritor brasileiro Dalton Trevisan.
Por unanimidade, o contista curitibano transformou-se no 10º brasileiro a receber o prêmio e receberá o valor de 100 mil Euros pagos conjuntamente pelos governos do Brasil e Portugal.
O anúncio foi realizado em Lisboa pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.
O júri, presidido pelo brasileiro Silviano Santiago, disse que o trabalho de Trevisan representa uma escolha radical em favor da literatura como arte da palavra.
O prêmio é concedido pela Fundação Biblioteca Nacional, representando o Ministro da Cultura (MinC) do Brasil, e a Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas, subordinada à Secretaria de Estado da Cultura de Portugal.
Com a premiação, Trevisan une-se a nomes como João Cabral de Mello Neto, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, José Saramago, Rubem Fonseca, Ligya Fagundes Telles, João Ubaldo Ribeiro, entre outros.
Em 2011, o vencedor do prêmio Camões foi o poeta e romancista português Manuel António Pina.
O Vampiro de Curitiba
Prestes a completar 87 anos, Dalton Trevisan marcou seu estilo pela aversão a aparições públicas, fato que lhe rendeu a alcunha de “o vampiro de Curitiba”, titulo de um de seus livros. Formado em Direito, chegou a atuar por 7 anos.
Inspirado nos habitantes da cidade, criou personagens e situações de significado universal, em que as tramas psicológicas e os costumes são recriados por meio de uma linguagem concisa e popular, que valoriza os incidentes do cotidiano sofrido e angustiante.
Publicou também Novelas Nada Exemplares (1959), Em Busca da Curitiba Perdida (1992), A Faca no Coração (1975), Arara Bêbada (2004), entre outros. Ganhou o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro.
Premiação
Criado em 1988, o Prêmio Camões visa intensificar e complementar as relações culturais entre os países de língua portuguesa.
A escolha do homenageado cabe a uma comissão julgadora formada por seis especialistas com mandato de dois anos: dois deles brasileiros, dois portugueses e dois provenientes de outros países lusófonos.
Na 24ª edição, o professor da Unicamp Alcir Pécora e o acadêmico da UFF Silviano Santiago foram os representates do país no júri. Ambos foram indicados pela Fundação Biblioteca Nacional, que também fica responsável pelo pagamento ao premiado.
(Texto: Marcos Agostinho, Ascom/MinC)
Fonte: Ministério da Cultura
Postagem: Magno Oliveira

BaixoCentro pede apoio para festa junina e homenagem a Luiz Gonzaga no Minhocão, em São Paulo


Evento está previsto para 1º de julho, e financiamento deverá ser feito por meio das redes sociais

São Paulo – O movimento BaixoCentro divulgou no dia 23 em seu website que organiza uma festa junina no Elevado Costa e Silva, o Minhocão. A programação, ainda inacabada, homenageará o centenário de Luiz Gonzaga e terá contação de histórias, artistas de rua encenação de folclores juninos. Deve ter também um enorme casamento coletivo. A festa está prevista para 1º de julho, um domingo, das 15h às 22h.
O BaixoCentro é composto por diversos grupos, associações, produtoras e centros culturais e busca ocupar por meio da cultura as ruas da região do Minhocão. Em março, o movimento realizou o Festival BaixoCentro, com mais de cem atividades culturais nos bairros de Santa Cecília, Barra Funda, Campos Elíseos e Vila Buarque.
O financiamento da festa junina deverá ser como o do festival: independente, via crowdfunding – a famosa "vaquinha" articulada por meio das redes sociais, pelo website catarse.me. O BaixoCentro não conta com apoio da prefeitura nem de grandes empresas.O Minhocão vai desde a Praça Roosevelt, no Centro, até o Largo Padre Péricles, na zona oeste da cidade. Sua construção, em 1970, cortou a paisagem de uma vasta região e acarretou sua degradação social e física. Debaixo dele, um corredor de ônibus e os imóveis desvalorizados por sua sombra e pela poluição sonora, do ar e visual dividem espaço com expressões de abandono e miséria, como pessoas em situação de rua e usuários de crack. O BaixoCentro luta pela recuperação urbanística e social no entorno do viaduto.


Por ser uma rede aberta, assim como no festival, a programação e a produção do evento contam com sugestões. Os organizadores pedem colaboração na preparação do evento.
Interessados podem entrar no grupo do Facebook. Ou  no grupo de e-mails: festajuninaminhocao@googlegroups.com
Postagem: Magno Oliveira


Curitiba e a privatização da cultura



















Hoje acordei e me olhei no espelho, nossa parece coisa do polaco Leminski: ” ainda a tempo de ver meu sonho virar pesadelo”.

Em artigo venho tornar pública a minha indignação, e a minha recusa ao tratamento que vem sendo dado à cultura em Curitiba. A arte é um elemento insubstituível para um país, estado ou cidade, por registrar, difundir e refletir o imaginário de seu povo.
Cultura é prioridade de Estado, por fundamentar o exercício crítico do ser-humano na construção de uma sociedade mais justa.
É preciso romper com a lógica privatista, onde o poder público procura se desvencilhar de sua função social.
O governo do prefeito Ducci, que criou uma licitação que pretende privatizar a Pedreira Paulo Leminski, a Ópera de Arame, prioriza o capital assim como o governo estadual, os dois, municipal e estadual, teimam em privatizar a cultura, a saúde e a educação. É esse discurso que confunde política para a agricultura com dinheiro para o agronegócio; educação pública com transferência de recursos públicos para faculdades privadas.
Uma Política Cultural Pública deve estimular a produção e possibilitar o acesso aos bens culturais sem privilégio de qualquer espécie e contribuir para a efetiva construção da cidadania, onde sujeitos críticos — verdadeiros fazedores da história — tomem em suas mãos o controle das práticas culturais.
Em tempos neoliberais, de endeusamento do mercado, de exacerbado culto ao individualismo, de selvagem competitividade e egoísmo nunca foi tão importante valorizar a cultura, como identidade genuína de um povo.
Cláudio Ribeiro
Jornalista-Compositor
Coordenador do MUSIPAR – Fórum de Música do Paraná
Fonte: Portal Brasil Cultura
Postagem: Magno Oliveira

terça-feira, 29 de maio de 2012

Micro conto de Magno Oliveira: Tudo Por um Armani


No primeiro semestre de 2013 Magno Oliveira irá lançar seu primeiro livro de poesias.

Quer já reservar o seu exemplar?

Envie um e-mail fazendo a solicitação para: oliveira_m_silva@hotmail.com ou folhetimcultural@hotmail.com e saiba mais.


Magno Oliveira já trabalhou como repórter cultural do Jornal Mídia Ambiental (Poá), Teve uma de suas obras publicada no 1º Livro de Antologia Poética do Concurso Augusto dos Anjos (Heroico Sorriso), no jornal Mídia Ambiental teve a poesia Amazônia publicada na primeira edição do jornal. Já participou de diversos saraus e mostras de poesias. 



Magno Oliveira no twitter: https://twitter.com/#!/oliveirasmagno 

E-mail Folhetim Cultural: folhetimcultural@hotmail.com 

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Responsável pelo Folhetim Cultural


Tudo Por um Armani

Magno Oliveira

Ela gostou muito do modelo Armani que estava na vitrine, porém com pouco dinheiro no bolso, menos ainda perto do valor daquele pano, ela poderia se enforcar e pegar dinheiro do cheque especial, mas sua conta estava mais do que negativa.
Outra opção seria assaltar a loja, nesta opção ela pensou com carinho, arquitetou o plano, foi a loja, pegou a calça, saiu andando, se empolgou e antes de sair foi ao caixa. Primeiro tirou da bolsa a navalha que é seu cartão de crédito e parcelou em 3x o seu salário sem juros.

Micro conto de Roberto Prado: FINGIDA

Fingia 
Os orgasmos
Que tinha lido Os Irmãos Karamazov
Que cozinhava
Mas nunca
Nunca
Fingiu que não te traía
Tu sim fingias 
Que não via nada disso


Roberto Prado blogueiro e escritor Gringas e Outras Histórias está em sua segunda edição. Visitem: http://blogdonemesis.blogspot.com.br

Micro conto: Enquanto Censine lia Mark Twain no ônibus

No primeiro semestre de 2013 Magno Oliveira irá lançar seu primeiro livro de poesias.

Quer já reservar o seu exemplar?

Envie um e-mail fazendo a solicitação para: oliveira_m_silva@hotmail.com ou folhetimcultural@hotmail.com e saiba mais.


Magno Oliveira já trabalhou como repórter cultural do Jornal Mídia Ambiental (Poá), Teve uma de suas obras publicada no 1º Livro de Antologia Poética do Concurso Augusto dos Anjos (Heroico Sorriso), no jornal Mídia Ambiental teve a poesia Amazônia publicada na primeira edição do jornal. Já participou de diversos saraus e mostras de poesias. 



Magno Oliveira no twitter: https://twitter.com/#!/oliveirasmagno 

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Responsável pelo Folhetim Cultural


Enquanto Censine lia Mark Twain no ônibus


Magno Oliveira


Censine lia no ônibus um livro do escritor Mark Twain, uma garota ao lado o observava, observava mais o livro do que ele. Ela observou tanto, que não hesitou em perguntar lhe:
--- O que é isso?
--- Livro – ele respondeu.
--- Posso ver? – A moça disse já estendendo a mão para pega lo.
Sem responder ele passou o livro para ela. Ela o tomou pelas mãos, olhou a página que Censine estava lendo, olhou a outra, olhou a capa, a contra capa, viu as outras páginas. Os olhos da moça brilhavam muito, parecia que nunca tinha visto aquilo, parecia olhar para um ser vindo de marte, Júpiter ou qualquer outro planeta.
Ele não se conteve e disse a ela: --- É de ler e não de comer, viu?