sábado, 29 de outubro de 2011

No Café da Manhã com Poesia: Quando eu for poetizar


Magno Oliveira é poeta, blogueiro e repórter cultural. Junto com o radialista Bruno Martins criou o Blog Folhetim Cultural e todo sábado escreverá No Café da Manhã com Poesia ás 07 da manhã, com reprise aos domingos ás 09 horas da manhã.
E-mail do blog: folhetimcultural@hotmail.com
Magno Oliveira no twitter: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Telefone: 55 11 61903992
E-mail/ Orkut: oliveira_m_silva@hotmail.com





Poesia: Quando eu for poetizar

Quando eu for poetizar

Deixe me sozinho,

Pois, quando eu poetizo não sinto falta de carinho.

Quando poetizo não me perco no caminho.

Quando eu for poetizar

Não fique aqui comigo, pode sair,

Pois, minha poesia é igual ao seu sorrir.

Quando eu poetizo não sinto dor

E nem falta do seu amor.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ativistas pró-animais pedem que Lady Gaga use vestido de alface


Foto: Reuters
Lady Gaga com seu vestido de carne
Primeiro, Lady Gaga usou um vestido de carne. Agora, que tal um feito com folhas de alface? Ativistas pelos direitos dos animais da ONG Peta pediram à estrela pop que posasse com um vestido feito de alface em apoio ao vegetarianismo durante sua visita neste final de semana à Índia, onde participará da inauguração da primeira corrida de Fórmula 1 do país.
Lady Gaga, que usou um vestido feito de pedaços de carne na premiação do MTV Video Music Awards em 2010, fará um show só para convidados em um hotel cinco estrelas de Nova Délhi depois da corrida, no domingo.
Em uma carta para o agente da cantora, a Peta da Índia disse esperar que ela honre a reverência dos indianos pelos animais tornando-se vegetariana durante sua visita e tirando fotos em um vestido de alface para promover a importância de não comer carne.
"Se ela concordar, faremos um vestido inteiramente de folhas de alface, unidas por alfinetes e linha. Será um vestido longo e sexy", disse Sachin Bangera, da Peta Índia. O vestido será costurado folha a folha no corpo da cantora, o que deve levar entre cinco e seis horas. "Alguém estará perto para borrifar com água o alface para que não murche", acrescentou Bangera.
No início deste ano, em entrevista para o apresentador indiano de talk-show Simi Garewal, Lady Gaga disse que gostaria de mergulhar na cultura local tendo aulas de culinária indiana.
Fonte: Portal IG
Postagem: Magno Oliveira
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Casa da Estação apresenta exposição de artista poaense


 O Centro Cultural Casa da Estação do município de Poá iniciou nesta semana uma nova exposição. São 11 quadros da artista plástica Rose de Oliveira, que é poaense e está expondo pela primeira vez na cidade.
         A maioria das telas tem como tema a natureza e todas foram feitas no estilo óleo sobre tela. “São belíssimas pinturas que, tenho certeza, agradarão e muito o público que for à Casa da Estação”, enfatizou o Secretário de Cultura, Douglas Aspasio.
         A artista plástica já realizou exposição no município de Suzano, no Casarão das Artes, no Teatro Municipal Doutor Armando de Ré, na Biblioteca Municipal e agora chega à Poá para fazer a sua primeira exposição no município onde mora. A artista plástica reside no Bairro de Calmon Viana.
         A exposição pode ser visitada até o próximo dia 18 de novembro, na Casa da Estação que está situada na Praça Atílio Santarelli, s/n, na região central do município, em frente à estação férrea de Poá. O horário de visitação é das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira. Os interessados em obter mais informações devem ligar para o telefone (11) 4638-4509.

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Postagem: Magno Oliveira


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Fonte: Secretaria de Imprensa de Poá 

Henrique Ludgério será um dos convidados do O Poeta Entrevista em 2012



Neste ano de 2011 Henrique Ludgério lançou o livro “Caos de uma vida sem sonhos, acompanhe abaixo release do livro, conheça um pouco mais sobre o autor e ainda uma pequena entrevista concedida ao poeta Magno Oliveira.
Descoberta sexuais de adolescente durante a ditadura são tema de livro
“Caos de uma vida sem sonhos” é a primeira obra publicada pelo estudante de cinema Henrique Ludgério
Durante os anos 70, a ditadura assombrou o Brasil e aterrorizou a população com suas regras e censuras. Entretanto, em uma pequena cidade fictícia do interior , ela conseguiu passar quase despercebida. É lá que vive Guilherme, protagonista de “Caos de uma vida sem sonhos”. O livro é o primeiro publicado pelo estudante Henrique Ludgério e chegou às lojas pela editora Multifoco emia 20 de agosto de 2011.
Filho adotivo de uma família conservadora, Guilherme experimenta o desejo sem limites. A primeira paixão, por exemplo, foi pela meio-irmã. A vida do jovem fica ainda mais agitada com a chegada de um garoto na cidade, que aguça seus sentidos e provoca uma redescoberta que mudará sua vida e a de todos ao redor.  A partir deste momento, questões humanas entram em xeque, como amor, sexo, memória, tradição, nostalgia e os sonhos, que representam liberdade.
Guilherme deseja que seus caminhos sejam livres como seu pensamento.  
Se o espaço em que vive encerra suas possibilidades, sua prosa simples, pelo contrário, se abre ao máximo para o inusitado. Existem cores, relevo das palavras e pausas.
Ele não sabe bem aonde quer chegar, mas sabe que a cidade em que vive o enjaula. E, assim, nos conta - entre bucólico e desesperado - as questões que o afligem: sua sexualidade, a vontade de fugir, a necessidade de assumir o desejo e a ânsia por liberdade.


Sobre Henrique Ludgério:
Influenciado pela poesia concreta, Henrique mistura palavras a artifícios visuais, como cores e formas. O estilo que marca seu primeiro livro já estava presente no blog Cinestesia (ominimalista.blogspot.com), que manteve entre 2008 e 2010. O jovem cursa o último ano de cinema na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Ele participou da produção de quatro documentários, e foi premiado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em 2007, com o curta-metragem "A Flor do Mangue". Também atua como roteirista e jornalista.

Serviço:

Editora: Multifoco
Preço sugerido: R$38,00
Número de páginas: 166

Entrevista

Magno Oliveira: Qual a importância do Cinema em sua vida?

Henrique Ludgério: Sempre fui um cara que refleti minha existência me alimentando de pequenas ilusões. A tela era o lugar onde essas imagens que passavam na minha cabeça estavam. Chegou um ponto em que aquilo me atraía tanto, que a única maneira de avançar na sétima arte era estudá-la. Assistir virou um luxo.

Magno Oliveira: Por que escolheu o cinema, o que lhe atrai nele?

Henrique Ludgério: Gosto muito de narrativas. E de entender diferentes linguagens. Eu sabia que estudar cinema era estar perto disso. Na verdade nem me vejo como um cineasta. Vejo-me mais como escritor. Aliás, entender a lingagem do cinema através do roteiro e sua estrutura foi um grande passo para escrever romances também. Eu não queria estar enquadrado às letras, por isso não estudei literatura, queria estar mais aberto para outras referências.

Agora se você me pergunta por que afinal eu não fiquei só com os filmes. Eu lhe respondo que a literatura é um projeto mais barato, e acho que prefiro trabalhar sozinho.

Magno Oliveira: Você também trabalha como jornalista, você acredita que exista liberdade de expressão nos grandes meios de comunicação?

Henrique Ludgério: Acho que existe liberdade de expressão na internet porque lá suas idéias não passam por uma pré-avaliação. O que pode ser bom ou ruim. Não penso que existe um movimento de censura nos grandes meios de comunicação. Mas o conservadorismo prevalece. E os grandes canais de televisão e jornais fazem suas escolhas. O que aparece, o que não deve aparecer. Esses canais tem um grande poder de influência, então suas "simples" escolhas decidem que informação é passada para o grande público. Acredito que para jornalistas o exercício da opinião exige esforço, paciência e um autocontrole íncrivel. A verdade é que desde que entram na faculdade eles sabem muito bem onde estão se metendo. Não conheço um amigo jornalista que tenha grandes aspirações políticas ou uma vontade radical de mudar tudo. Se essa vontade aparece, de se expressar livremente, eles podem fazer isso em um blog, por exemplo.

Magno Oliveira: Este é o seu primeiro livro, qual foi a sensação que sentiu quando pegou o primeiro exemplar na mão?

Henrique Ludgério: Desde que enviei o livro para algumas editoras, esse era o meu desejo: vê-lo prontinho na minha mão. Sou apaixonado por livros. Gosto da coisa física, do cheiro. Ter esse contato com uma obra escrita por mim foi surreal. Fiquei um tempo meio bobo, olhando, procurando defeitos. Orgulhoso de ver o trabalho "pronto". É um caminho bem dificil...
Magno Oliveira: Pretende publicar outros?
Henrique Ludgério: Escrever é uma necessidade. Sempre escrevi. A diferença é que agora  eu encaro livros como projetos. Exige dedicação e um tempo de estudos. Ganhar dinheiro com literatura seria um sonho. Estou desenvolvendo um segundo livro, e tenho um projeto somente na cabeça. Respondendo diretamente a pergunta: Sim. Ainda pretendo publicar muitas histórias.

Magno Oliveira: Você já foi premiado, por trabalhos anteriores essa é a maior gratificação que um profissional pode receber?

Henrique Ludgério: Artistas passam por duas fases. Primeiro é estudar e produzir. E pode ser que isso não te leve a lugar nenhum. Na segunda fase, você consegue ver o que você faz inserido num outro contexto: o mercado. Premiações abrem caminhos importantes no mercado. Contudo, a grande realização mesmo é ver sua obra sendo degustada por outras pessoas. O melhor das premiações é que elas te possibilitam alcançar um maior número de pessoas. O prêmio foi por um trabalho coletivo com pessoas incriveis. Era um curta que discutia questões ambientais. Foi significativo porque foi como um reconhecimento de um trabalho muito sincero e bonito.

Magno Oliveira: Caos de uma vida sem sonhos, deu muito trabalho, como foi o trabalho que teve até ele ficar realmente pronto?

Henrique Ludgério: Foram quatro anos digerindo a história. Fiz muitos esboços, mas eles foram ignorados. Passo muito tempo pensando na história, construindo personagens e pensando em como suas ações podem refletir questões universais.  Só comecei a escrever depois que certa noite, sonhei com o final da história. E aí, vieram minhas ambições quanto ao conceito visual e o que isso de fato significaria para a história. Quando eu tinha todos os elementos em mãos fui em frente. Foram nove meses escrevendo. Mais um ano e meio cortando muita coisa, revisando e reescrevendo alguns trechos. Nunca começo a escrever automaticamente para ver no que vai dar. Só começo quando sei que caminhos os personagens vão tomar, que idéias quero discutir, quando, na minha cabeça, o livro está praticamente pronto.



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Fonte: Secretaria de Comunicação de Suzano (SECOM)

Ponto de Cultura Andança realiza evento neste sábado


O Ponto de Cultura Andança realiza neste sábado (29/10), às 15h, evento de encerramento das oficinas de 2011. As atividades serão realizadas na Emef Victor Salviano (avenida Mário Bochetti, 385, Miguel Badra Baixo) e são abertas ao público.

Haverá apresentações de dança das 250 crianças e adolescentes atendidos no local. Entre as modalidades estão balé clássico, jazz, dança de rua, baby class e dança do ventre. O grupo teatral Quântica, de Mogi das Cruzes, também se apresentará no evento como convidado.

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Fonte: Secretaria de Comunicação de Suzano (SECOM)

Arte na Praça: alunos terão aula ao ar livre nesta sexta


Os alunos de artes plásticas da Prefeitura de Suzano terão uma aula ao ar livre nesta sexta-feira (28/10). Junto com os instrutores Pedro Neves, Expedito dos Santos, Fernando Pagnani e Raça, eles estarão, das 10h às 15h, na Praça dos Expedicionários, levando arte para a apreciação do público.

Segundo a coordenadora de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura, Aline Baliberdin, além de uma aula diferente, a proposta é mostrar ao público o que é desenvolvido nos cursos. “As pessoas poderão ver e até mesmo comprar”, disse.

Ela lembra que a proposta se soma ao Projeto Arte Pública, em que artistas plásticos da cidade pintam painéis ao ar livre, como muros de praças, pontos de ônibus e outros espaços públicos, com o propósito de deixar a cidade mais alegre, humana e bonita. Integrado a ele está o “Arte Pública – Intervenções”, que desde julho leva música, teatro e outras ações culturais às praças João Pessoa e Expedicionários, com o objetivo de romper as barreiras dos espaços fechados e ampliar o olhar crítico do público.

Fonte: SECOM (Secretaria de Comunicação de Suzano)
Postagem: Magno Oliveira

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Movimentos da MPB terá como tema a Tropicália


A Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realiza nesta sexta-feira (28/10), às 19h30, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi, o projeto "Movimentos da MPB", que apresentará a Tropicália, movimento musical que surgiu no final da década de 1960 na Bahia. O evento é aberto a toda a população e a entrada é gratuita.

O projeto "Movimentos da MPB", que conta com a participação dos alunos e alunas dos cursos de música da Secretaria de Cultura de Suzano e músicos convidados, é uma série de concertos que têm como objetivo apresentar importantes movimentos artísticos musicais da Música Popular Brasileira, propondo uma troca de ideias e experiências para os estudantes, contribuindo com seu processo de formação.

As músicas dessa época tiveram eco na sociedade que vivia sob o regime militar. Os principais representantes da Tropicália são Gilberto Gil, Caetano Veloso e Tom Zé.

O evento é aberto a toda a população e a entrada é gratuita. O Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi fica na rua Benjamin Constant, 682, Centro. Mais informações pelo telefone 4747-4180.