quinta-feira, 28 de junho de 2012
Fogueira, Literatura e Pipoca
Nesta sexta-feira, 29/6, a partir das 19h
Fogueira, Literatura e Pipoca
Neste mês o Centro Cultural Boa Vista retorna com o sarau feito em volta da fogueira. O objetivo é incendiar o debate sobre o fazer literário e aprofundar a relação entre leitor e escritor.
Local: Centro Cultural Boa Vista - Rua Katisutosh Naito, 957– Boa Vista – Suzano - SP
GRATUITO
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Fonte: Escritor Sacolinha
Postagem: Magno Oliveira
Moriconi recebe recital nesta sexta-feira (29/6)
Nesta sexta-feira (29/6), às 19h, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (rua Benjamin Constant, 682 – Centro) o público poderá conferir gratuitamente o recital dos alunos do Núcleo de Formação Musical daAssociação Atlética Recreativa Esporte Clube Urupês. O evento é uma realização da entidade e conta com o apoio da Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Cultura.
O recital contará com apresentações de violão, trompete, saxofone, flautas doces e transversais e violino, além do coral do núcleo. Ao todo, serão cerca de duas horas de apresentação, com a participação de 50 alunos, de crianças a idosos, que ensaiam há três meses para o evento.
O público que comparecer ao local poderá apreciar um repertório com clássicos da música popular, como “Cio da Terra”, “Como é Grande o Meu Amor por Você”, “Carinhoso” e “Asa Branca”. A abertura do recital contará com a apresentação do músico suzanense Marcos Lima.
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Os alunos participantes têm aulas semanalmente. A carga horária depende do instrumento ensinado. O objetivo é fazer da música um instrumento de inclusão social para todas as idades. “Esse projeto, além de musical, tem um caráter social, que busca trazer as crianças da rua e o público da terceira idade para realizar atividades”, explica o coordenador do Núcleo de música da Associação Atlética Recreativa Esporte Clube Urupês, José Fernandes da Costa.
Fonte: SECOM (Secretaria de Comunicação de Suzano)
Postagem: Magno Oliveira
Há cinco anos isso acontecia: Prefeito recebe homenagem de academia francesa
Marcelo Candido recebeu na tarde desta sexta-feira (6/7), em seu gabinete, o diploma da Academie Arts Sciences Lettres, da França
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CARLOS MAGNO
Os importantes projetos artísticos e culturais da Prefeitura de Suzano, na atual gestão, além de fazerem da cidade uma referência no Alto Tietê, proporcionaram reconhecimento internacional. O prefeito Marcelo Candido recebeu na tarde desta sexta-feira (6/7), em seu gabinete, o diploma da Academie Arts Sciences Lettres, da França. A entidade, fundada em 1915 para o fomento da arte e da cultura, concedeu este ano a Medalha de Ouro ao prefeito “pelos relevantes serviços prestados às Artes, Ciências, Letras e Cultura”, na definição da Comissão Superiora de Recompensas.
O diploma foi entregue por Diva Pavesi, presidente da Divine Productions International. O prefeito de Suzano é o primeiro administrador público do Brasil a receber o prêmio -a medalha de ouro é mais alta condecoração da entidade- e também o único gestor público entre os homenageados de 2007, que incluem importantes nomes do cinema, arquitetura, música, televisão e jornalismo brasileiros.
A premiação ocorreu numa cerimônia solene no dia 1 de abril de 2007, no Pavillion Dauphine, em Paris. Devido às comemorações do aniversário da cidade, nenhum representante da Prefeitura de Suzano foi à França.
“Essa homenagem, concedida por uma academia reconhecida por seus serviços, muito nos honra e muito nos orgulha. Suzano começa a ser vista com outros olhos. Temos investido no fomento da cultura e em novos equipamentos. Esta láurea coroa todo o nosso trabalho”, disse Candido.
O secretário municipal de Cultura, Walmir Pinto, destacou o fato de a atual administração enxergar a cultura como algo que está além das barreiras do município e, por esse motivo, buscar apoiar o intercâmbio de artistas locais com os de outras cidades, regiões e até países: “Na cultura, não existem barreiras nem fronteiras. Para nós, é motivo de orgulho estar neste caminho”.
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Diva Pavesi lembrou o fato de Candido ser o primeiro prefeito brasileiro a receber o prêmio da academia: “O senhor está sendo referenciado como um homem que promove as artes e engrandece a cidade de Suzano e o Brasil”.
Academia
Sediada na capital francesa, a Academie Arts Sciences Lettres, segundo a própria entidade, ocupa um lugar privilegiado na defesa, encorajamento e promoção da cultura por meio das artes, ciências e letras, e define como um de seus objetivos “enfatizar, promover e premiar o trabalho dos dirigentes, criadores, promotores, produtores e de talentos eméritos nessas disciplinas”.
De acordo com a entidade, a premiação “é a coroação dos relevantes serviços prestados” pelos homenageados “ao longo de suas carreiras dentro das suas atividades intelectuais, profissionais, culturais e sociais, realizados em seus países”.
Em 2007, além do prefeito suzanense, outros brasileiros foram premiados, entre eles os atores José Wilker e Angela Leal e o cantor, compositor e ator Seu Jorge. Nos últimos anos, artistas consagrados receberam a homenagem, como Milton Nascimento (cantor e compositor) e Milton Gonçalves (ator), ambos com a medalha de ouro. O pintor suzanense Policarpo Ribeiro recebeu a medalha de prata em 2006.
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Julio Nogueira
Postagem: Magno Oliveira
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Galpão da Artes apresenta nesta sexta e sábado (29 e 30/6) os dois últimos espetáculos do mês
Nesta sexta-feira (29/6), às 20h, o Galpão das Artes recebe o espetáculo Sobre os males que o fumo produz, da Via Singela Cia. Teatral. No sábado (30/6), às 16h e às 20h, o público poderá ver a peça Cadêle meu bolo de roda?, da Cia. Os dois palhaços. A entrada é gratuita.
Ambos os espetáculos têm classificação indicativa de 12 anos e serão realizadas por meio do Programa de Ação Cultural (Proac), com o apoio da Prefeitura de Suzano.
O Galpão das Artes fica na rua Nove de Julho, 267, no Centro de Suzano.
Sobre os males que o fumo produz
O monólogo é uma adaptação do texto de Anton Pavlovitch Tchekhov, com direção e dramaturgia de Barros Batista. A peça conta a história de Ivan Ivanovitch, que por imposição de sua esposa, com quem partilha um casamento de 30 anos, apresenta-se para realizar uma conferência beneficente sobre os malefícios do fumo.
A adaptação tem como cenário uma igreja protestante onde o protagonista discursa entre o sagrado e o profano. Já nos primeiros momentos da exposição é possível notar a instabilidade emocional em que Ivan se encontra quando revela fatos de sua vida pessoal entre informações técnicas sobre o tabaco.
Os motivos de seu desequilíbrio ficam mais nítidos à medida que sua vida particular torna-se o tema central da conferência que evolui entre momentos de angústia e euforia, loucura e lucidez. Seu conflito interior escancara-se trazendo à tona as frustrações de seu casamento, de seu relacionamento com as filhas e da incapacidade de transformar sua realidade.
Cadêle meu bolo de roda?
O espetáculo é um texto de Paulo Brassachio e Juliê Faria baseado numa pesquisa sobre o cotidiano dos moradores caiçaras da região do Vale do Ribeira. O bolo de roda é um prato típico da culinária caiçara, feito com farinha de mandioca ou de milho, com o formato de roda e assado em forno de lenha, muito apreciado por turistas de todas as regiões; é comum os caiçaras utilizarem certas expressões, como: “Cadêle”, que vem da junção de cadê + ele. Portanto, o nome da peça reafirma sua origem e objetivo.
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Juju, uma moradora da beira do mar tem uma vida típica caiçara e em sua cidade as raízes culturais ainda são muito vivas. Pardal tem uma vida muito agitada de um morador da cidade grande, com muito trabalho e pouco contato com suas raízes culturais.
Em determinado momento esses dois seres com vidas e vivências muito opostas são colocadas lado a lado pelo destino. Ambos estão em uma rodoviária, aguardando seus ônibus para retornar as suas cidades. Porém descobrem que por causa das fortes chuvas todas as passagens foram adiadas.
No decorrer da peça, enquanto esperam e contam suas histórias, os atores vivenciam tudo, ou seja, dançam, cantam, tocam e interpretam as histórias. E Pardal envolvido com tudo isso, se transforma em um “Caiçara” e resolve ir com Juju para sua cidade à beira do mar.
Fonte: SECOM Suzano (Secretaria de Comunicação de Suzano)
Postagem: Magno Oliveira
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Diário de uma adolescente: Nova de novo
Bárbara Fernanda Cândido, cursou o ensino médio. Trabalhando em uma academia, detesta as futilidades das pessoas que idolatram somente a a aparência física. Seus Hobbies é ir ao cinema, exposições, conhecer lugares novos e a tranquilidade de uma boa chácara para esquecer do mundo. Escreve desde pequena, influenciada por mãe e professores que sempre observaram seu talento. Gosta de livros de ficção, suspense e romances.
Nova de novo
...E enquanto Lindsay rasgava a última página do seu diário e jogava na lareira, pensava consigo:
-Me livrei de mais uma!
Virou-se e jogou-se no sofá vendo tudo aquilo queimar e achou estranhamente engraçado, estranhamente vazio.
Porque por mais que cantasse, dissesse que estava incrivelmente bem ela não estava. Na sua vida faltavam hiatos gigantes que ela em sua ignorância não compreendia.
Alisava seus próprios cabelos e pensava sozinha em sua história esquisita. Ah sim! Muito esquisita.
-Novela mexicana! - gritava sua amiga quando Lindsay começava a recontar tudo pela enésima vez - Deus não foi um cara legal quando escreveu sua vida amiga...
Depois desse terrível tapa na cara, Lindsay desistiu de contar qualquer coisa. O fato era: vida particular, resolva-se sozinha! E pronto. Caia chuva, saia sol as coisas não eram boas quando você tenta conversar e desabafar. Cada um vai interpretar de uma maneira diferente e dar uma solução diferente. E bagunças demais já eram suficientes por enquanto.
Não tendo amiga, tolerância, fato ou importância, e olhando para aquele fogo queimando toda sua dramaturgia, tragédia grega, pensou :
-Na próxima vida venho uma borboleta!
Quando levantou prestes a abrir a porta, tendo a ideia otária de sair para beber, viu no canto da sala o que ela em sua pressa de acabar com seu diário havia esquecido. Uma foto. Uma foto que ela colara a tanto tempo. Uma foto dela frente a uma bela paisagem. E atrás em letras caprichosas (suas letras? Poxa...) estava escrito: Apaixonada e feliz. Daqui até a eternidade!
Olhou aquilo e esquecera-se que algum dia fora tão feliz. Feliz e apaixonada, incrível! Sensacional! Seu cabelo era diferente, com mais vida, seu rosto intenso. E sentiu falta daquilo. 'Daqui até a eternidade...' E que eternidade era essa que vivia? Deixando tudo e o fogo de coisas imprevisíveis a consumirem? A felicidade não bateria em sua porta e diria: Olá! Vim te fazer companhia! Felicidade se busca e se conquista. E um sorriso não é difícil de fazer. Sorria e só.
E então, achando sua versão de 10 minutos atrás uma coisa espalhafatosamente ridícula e infeliz, pegou sua bolsa, apagou a lareira, anotou mentalmente: 'Comprar agenda nova!' Caçou pelo sofá seu celular (O celular! Esquecera que havia uma vida social a cumprir...) procurou o nº de telefone e ligou:
-Amiga? É...sou eu! Não, não morri! Humm que tal pegar uma praia hoje? Ahn? Quem disse? Eu gosto de praia sim! Esquece tudo... Tah!? Depois podemos ir ao shopping comprar uma penca de roupas novas para sair no fim de semana. Dinheiro? Não é problema! Felicidade não tem preço. Para todas as outras use o magnifico Cartão de Crédito!
Todas ás quartas feiras ás 20 horas Diário de Uma Adolescente
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Centro Cultural Boa Vista retoma projeto Fogueira, Literatura e Pipoca nesta sexta (29/6)
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| Pipoca, fogueira, poesia e música irão fazer parte desta festa! |
Nesta sexta-feira (29/6), às 19h, no Centro Cultural Boa Vista (rua Katsutoshi Naito, 957 – Sesc) será retomado o projeto Fogueira, Literatura e Pipoca. O objetivo é debater o fazer literário e aprofundar a relação entre leitor e o escritor. A participação é gratuita e aberta a todos os interessados.
O projeto começou em 2008 com o intuito de levar ao bairro uma iniciativa semelhante ao Pavio da Cultura, sarau cultural com música, literatura, cinema, teatro e dança, realizado mensalmente no Centro Cultural Francisco Carlos Moriconi, no centro da cidade.
O trabalho foi interrompido em fevereiro de 2010 e agora a Prefeitura de Suzano, por meio da Secretaria de Cultura, decidiu retomá-lo. “A intenção é que a fogueira esquente as discussões para ‘pipocar’ as ideias”, destaca o coordenador Literário da Prefeitura e escritor Ademiro Alves, o Sacolinha.
Às 19h, é acesa uma fogueira na parte externa do Centro Cultural, em torno da qual os participantes formam uma roda para debater um tema referente à literatura. A partir das 20h, o público presente pode participar de um sarau cultural, com poesias, músicas e contação de histórias.
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A expectativa é que cerca de 30 pessoas participem do evento, que será realizado no local a cada dois meses. “A novidade é que não haverá um tema pré-definido. Quem quiser contar uma história, cantar ou recitar uma poesia poderá participar”, detalha Sacolinha.
Fonte: SECOM (Secretaria de Comunicação de Suzano)
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