A peça teatral A Paixão de Cristo completou dez anos na cidade de Santa Isabel. Milhares de isabelenses saíram de suas casas e foram até a praça da matriz para assistir a encenação do grupo teatral da secretaria de Cultura da cidade. A peça teve a direção de Emerson Bicudo que ainda interpretou o papel de Jesus Cristo. Ele contou ao repórter Magno Oliveira que há dez anos está na peça e que por nove anos fez Jesus e em apenas um fez Satanás. Mas disse que esse ano foi o último como ator, pois estava a quatro anos acumulando funções como diretor e ator.
Folhetim Cultural: Emerson você sai daqui hoje com a sensação de dever cumprido?
“Sim saio daqui agora e as pessoas dizem que se emocionaram com o espetáculo, isso significa que o trabalho se completou aqui.”
Ele também nos contou a dificuldade de acumular funções ele disse que como Jesus ele poderia falhar como diretor e como diretor falhar como Jesus, por isso ano que vem será aberto um espaço para uma nova pessoa interpretar o papel do filho de Deus.
Quem esteve acompanhando a peça pode presenciar o espetáculo de luzes, sons, efeitos especiais e interpretação, tudo funcionou com perfeição agradou os isabelenses e turistas presentes. Foi de arrepiar, a bela apresentação dos meninos o público aprovou, aplaudiu e se emocionou com a peça havia pessoas que deixaram o local com os olhos cheios de lágrimas.
Leo Guedes e Magno Oliveira entrevistaram o público para saber deles qual era a expectativa a respeito da peça e qual a importância desses eventos culturais na cidade?
“Eu sempre gostei, sempre assisti e acho que este ano será bom.”
Atrai bastante turistas, agita o comércio “Matheus Meira de Souza do Bairro do Monte Serrat;”
Givanildo e Vera estavam acompanhando o espetáculo pela primeira vez e também deram as suas opiniões.
É muito importante para a cidade que aconteça eventos como este “Vera Bairro do Cruzeiro.”
Eu acho que o espetáculo será bom. “Givanildo Bairro do Cruzeiro.”
Eu espero que seja maravilhosa como de todos os anos, a minha filha participa todos os anos, este ano ela fará o papel de Verônica. Eu acompanho há dez anos, e não perco nenhum. “Esta foi Rosane do bairro 13 de maio.”
Indagada sobre se mais peças culturais deveriam acontecer na cidade mesmo que fosse no seguimento religioso Rosane disse:
“Concerteza acontecem muito pouco, a cidade precisa disso, é carente disso precisa muito.”
Para completar ouvimos Livia moradora do centro da cidade.
“Espero que o povo goste, faz dez anos que a gente apresenta, essa peça é a passagem de cristo é muito bom. É muito importante que peças teatrais aconteçam é cultura e o povo tem que se acostumar, com isso, com cultura, com teatro, porque isso mexe com a educação; meu filho ele faz parte da peça ano passado ele fez Jesus. Quando Jesus era criança, mas este ano ele faz o papel do seguidor de Jesus. Eu também já participei por três anos da peça.”
Abriram as cortinas e espetáculo começou e as pessoas foram fiéis e ali ficaram até o fim.
No final do espetáculo ele a estrela do Folhetim Cultural conseguiu driblar a segurança e entrevistar os protagonistas desta bela apresentação.
Folhetim Cultural: Vocês saem daqui com a sensação de dever cumprido, gostaram do público?
Vandick: Eu fiz 3 papéis na peça, eu fiz o pai do jovem possesso, o rapaz que leva a cruz com Jesus e fiz também Barrabás. É a segunda vez que participo deste peça, e é com muito prazer que eu venho a interpretando. Depois de vários ensaios, a gente trabalhou sábado e domingo, chegamos em casa meia noite, o pouco tempo que a gente teve a gente se dedicou e deu tudo certo acredito que o povo também tenha gostado.
Vandick nos contou da dificuldade de acumular mais de um papel. “A maior dificuldade é de trocar de roupa e de estar no local na hora certa. Gostei muito do público, todos nós saímos felizes daqui.”
Solai Faggioni: O meu papel foi Heródes, saio com o sentimento de dever cumprido, você estar lá em cima e ver o público se interagindo isso é gratificante. No começo é um pouco complicado marcar cena, contar passo, mas com tudo no fim no fim deu certo graças a Deus gostei do público estava ótimo.
Rogério Saraiva: Eu fiz Pedro e fico feliz porque essas são duas paixões que eu amo muito que é o teatro e a minha devoção a igreja, muitas pessoas me elogiam e essa é uma das maneiras de eu recompensar.
Rogério saraiva esta com no grupo teatral há dez anos quando foi perguntado se essa peça foi a melhor de todas ele respondeu:
“Não tem como falar qual foi a melhor, cada peça é melhor que a outra, é indescritível eu incorporo o personagem, eu choro, a própria emoção não dá para descrever, não tem como dizer qual é a melhor peça, cada ano é uma sensação diferente. Amei o público aqui não tenho nem o que falar eram seis quase sete horas da noite e já tinha gente aqui isso é muito emocionante para todos nós.”
Yuri: Eu trabalho nesta peça já faz um tempo, este ano eu fiz João Batista. Eu trabalho com o Emerson desde 1997, confio no trabalho dele, saio com o dever cumprido. A expectativa era de um público menos na hora que começou mais eles foram chegando e de repente começou a lotar eles são fiéis a gente e confiam no nosso trabalho.”
Fernando Henrique da Silva: Eu fiz três papéis, o primeiro foi o paralitico, anjo e logo após, o homem crucificado com Jesus Cristo. Super dever cumprido, este ano foi tudo para sair errado e com graças a Deus deu tudo certo. Sai de um personagem para outro é mais difícil, porque assim você tem que incorporar o personagem, quando chegamos aqui não havia quase ninguém, mas quando entramos em cena essa multidão superou qualquer expectativa. Fernando Henrique ressaltou a importância de Homero Vallone para a cultura em Santa Isabel.
“Sem o Homero nada disso teria acontecido ele se estressa quando a gente o estressa, só que somos uma família que ele assumiu e não foi de hoje, mas a mais de cinco anos o Homero aqui é nosso pai, mãe, ele é tudo sem ele não sairia espetáculo, pois é ele quem corre atrás de tudo, organiza tudo, ele dá a cara a tapa.”
Cristiano do Nascimento: Ele fez o governador da Judéia. O nosso papel principal era passar ao público o amor. A gente está na batalha já faz um bom tempo. Dificuldade nós temos muitas. Falta de verba, tudo o que a gente consegue é arrecadação, nós vamos atrás, o Homero, o pessoal que está mais a frente, mas como a gente faz por amor no final dá tudo certo.
Há cinco anos Cristiano participa da Paixão de Cristo e ele já participou de projetos escolares envolvendo teatro.
Ao final ouvimos algumas pessoas que assistiram a peça elas confirmaram que gostaram da peça a moradora Creuza Prianti deixou para a diretoria de cultura.
“Eu amei o espetáculo esse ano ele inovou muito. A iluminação estava melhor, o som estava ótimo amamos. Todos os anos nós estamos aqui, um detalhe o que faltou aqui foi à arquibancada, pois com ela dá para ver melhor.
E também disse que poderia ser realizada a história de Ester. Minissérie exibida pela TV Record neste ano.
O Folhetim Cultural parabeniza aos atores que participaram desta peça e que a dez anos vem comovendo a todos, foi um belo espetáculo.
E principalmente obrigado aos moradores que foram educados com a nossa equipe e que sabem que este trabalho de informação e credibilidade fica cada vez mais sério graças a cada um deles atores e públicos.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
A verdadeira história do Brasil contada com muita Arte e Manha
Para os que não saíram na noite do dia 13 de março pensando que não teria nada de diferente na cidade de Santa Isabel se enganaram, o Circuito Cultural Paulista trouxe para Santa Isabel a peça teatral “Brasil quem foi que te pariu?” da trupe teatral Artemanha, os meninos e meninas que vieram do Campo Limpo trouxeram de uma forma engraçada a verdadeira história de um Brasil de cultura inexplicável. Com muito humor eles falaram do “Progresso” que o país viveu nos últimos 202 anos.
A terra que era disputada por Índios e Bandeirantes, o progresso que foi ao descobrirem o telefone e que não iriam mais tomar banho na cachoeira, pois ela estava dentro de um negócio chamado “Chuveiro.” De uma forma engraçada a trupe Artemanha trouxe não só o teatro para a cidade, mas fez com que o povo virasse artista e participasse deste trabalho. E foi assim que “Brasil quem foi que te pariu?” atraiu o povo para descobrir mais sobre as diversas crendices populares, raças e multifaces de um Brasil de todo o mundo.

Fàbio Pinheiro e Luciano Santiago
Acompanhe agora a opinião dos diretores deste trabalho.
Fàbio Pinheiro diretor musical do espetáculo disse que o trabalho que houve para a produção e escolha das músicas, surgiu entre a parceria do grupo que o estimulou a fazer musicas desde regionais até o samba que retrata a “verdadeira” história do Brasil. Pois as escolas contam uma história que não é real
Brasil que foi que te pariu? Está circulando pelas ruas há três anos, a peça mesmo pelo nome ainda não foi alvo de criticas da sociedade muito pelo contrario. Fabio ainda enfatizou novamente o fato das escolas contarem uma história que não é verdade do Brasil. As pessoas veem uma peça como essa acham graça porque elas já estão meio que alienadas, mas houve primeiro muita pesquisa sobre urbanização o que é urbano nas cidades como São Paulo especificamente antes de montarmos esse espetáculo.
Luciano Santiago diretor e dramaturgo do espetáculo, está há 14 anos com a trupe Artemanha. Criada em mil novecentos e noventa e seis na cidade de Taboão da Serra Luciano achou que no começo aquilo era apenas brincadeira uma forma descontraída de descobri o que é teatro, mas depois eles foram tomando gosto por esse trabalho e buscaram a formação de seus atores. E foi apostando na formação de seus atores que hoje a Trupe Artemanha oferece cursos gratuitos de formação teatral em sua Oficina Popular de Teatro.
Depois de muito esforço e reconhecimento de seus trabalhos a Trupe Artemanha ganhou seu espaço e foram parar no Campo Limpo bairro periférico de São Paulo desenvolver projetos que visam movimentar a região para o teatro e fazer com que eles venham participar de alguma certa maneira.
Luciano falou da importância do Circuito Cultural Paulista nas cidades que na sua opinião visa fomentar a cidade levando teatro, música e várias outras coisas que o grupo acha essencial, por isso eles resolveram unir o útil ao agradável e encarar mais este desafio de estar levando o teatro para algumas cidades do estado de São Paulo.
A Trupe Artemanha pretende continuar estudando mais a identidade do povo brasileiro através da obra literária Macunaíma, de Mario de Andrade, num objetivo de levar essa peça para o teatro de rua o grupo visa à relação artística do grupo com a população.
Antes da peça entrevistamos pessoas que estavam na praça da bandeira, algumas pessoas não sabiam que a peça seria realizada naquele momento e ficaram surpresos com a vinda da Trupe Artemanha para a cidade, todos foram unânimes e dividiram a mesma opinião a de que era importante um evento cultural chegar até a cidade.
“É uma boa porque, veja bem na cidade não tem muita coisa para os jovens, não tem cinema às pessoas têm que ir para outras cidades. Então acontecer este evento aqui na cidade é muito bom, isso serve como um incentivo para os moradores e para a cidade e é uma peça que não é só para os adolescentes mais para o público em geral.” Rose moradora do Centro da Cidade.
“É importante recebermos estes eventos, porque quase não acontecem. Deveria acontecer mais eventos culturais como teatro, cinema que não tem na cidade, a gente acaba tendo que vir para a praça mesmo.” Valéria mora no Bairro do BNH.
“É muito bom que esses eventos aconteçam.” Cida moradora do Bairro 13 de Maio.
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Mas vão pensando vocês que o Folhetim Cultural foi embora no final da festa estão muito enganados. Pois os repórteres, Magno Oliveira e o iniciante, mas experiente Léo Guedes foram perguntar ao público o que eles acharam do espetáculo.
A maioria adorou o espetáculo do grupo teatral, a população acha esse trabalho muito importante para a cidade.
Foi muito importante a peça porque aqui na cidade temos muito pouco, e o pessoal vem se interar mais e conhecer o teatro que muita gente não conhece. É muito bom, eu gostei, gostei bastante. Comentou o morador Osias do Bairro Jardim Monet Serrat.
A cidade de Santa Isabel tem pouca cultura por isso sempre estou indo para Caraguá, pois no centro da cidade tem sempre eventos culturais. E isso é muito importante para a criançada na questão do desenvolvimento. Adorei muito bom. Luis Cesar é morador do Bairro do Jardim Monte Serrat.
O Bairro do Cruzeiro também teve o seu represente ele João. Muito bom para as crianças, para todos nós, apresentações como estas deveriam acontecer mais vezes. É bom demais, foi ótima a peça.
Eu gostei muito, foi muito bonito e isso deveria acontecer mais vezes. Maria de Oliveira Bairro Treze de Maio.
Eu acho interessante isso não é uma coisa comum da gente ver aqui na cidade, e acaba nos tirando da frente da televisão para vermos uma coisa diferente e o tema abordado foi muito interessante. Eu gostei muito. Marcelo Augusto reside no Centro de Santa Isabel.
É algo que enriquece mais nós jovens e deixa em mim a vontade de querer fazer teatro também. Comentou uma jovem que acompanhou o espetáculo do início ao fim. A população ainda pede Bis e que ver a Trupe Artemanha de novo aqui na cidade. O diretor musical Fàbio Pinheiro recebeu as honras de uma espectadora que o parabenizou pelo trabalho e disse ao nosso repórter Magno Oliveira que isso é muito gratificante, o público e todo esse carinho nos deixa com a sensação de dever cumprido, é isso que esperamos encontrar nas próximas cidades por onde passarmos.
O nosso repórter Bruno Martins foi até os atores saber a opinião deles a respeito do espetáculo. Mas o que será que eles acharam do povo Isabelense, qual é a diferença entre o teatro de rua para o teatro de palco e há quanto tempo eles fazem teatro? Acompanhe agora mais uma entrevista exclusiva feita pelo Folhetim Cultural.
Alexandre Mattos: Achei uma maravilha apresentar esse espetáculo em Santa Isabel à galera aqui é muito bacana, a criançada aqui toda ativa para assistir teatro e isso é ótimo porque a nossa intenção de fazer teatro é essa trazê-lo para quem quiser assistir. O teatro de rua é liberdade porque une desde o mendigo até ao gravatado é para quem quiser assistir.
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Lilyan Teles: Achei Santa Isabel muito receptiva, um público caloroso é um espetáculo bem legal de fazer, a interação com a platéia e o que a gente espera é sempre o que se viu hoje aqui que as pessoas lotem. Estou no teatro de rua há um ano e meio, mas faço teatro há dez anos. No teatro de rua você tem que aprender a lidar bem com barulho que vem da rua, cachorros, mas é muito prazeroso para mim e para o grupo fazer teatro de rua.
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Eduardo Paiva: Fiquei muito surpreso por ser uma cidade pequena você acha que o povo não irá comparecer em grande número, muito pelo contrário o público foi maior, e de certa forma diferencia o espetáculo porque ele faz parte do espetáculo. Por ser uma peça de rua para um povo da rua que venho aqui na praça prestigiar nosso trabalho, foi muito positivo. Estou com o Artemanha há um ano e meio e essa é a minha primeira experiência com teatro de rua e é muito significativa para mim. Porque não é o público que vai até a gente, é a gente que vai até o público que muitas vezes está apenas de passagem olha e se ele gostar ele fica, se ele não gostar ele vai embora. Por isso o teatro de rua é bem popular.
Juliana Osmondes: Santa Isabel é uma cidade fofa porque o povo se reúne aqui em sábados a noite como esse, compartilha momentos especiais e acabam prestigiando nosso trabalho, isso é muito importante. É um pessoal muito receptivo e participativo. Já fiz teatro de rua há uns quatro anos atrás, depois fiz teatro de palco e agora estou retomando ao teatro de rua com a Trupe Artemanha.
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Éder Lopes: A galera de Santa Isabel é muito receptiva todo mundo estava interagindo com o espetáculo. A característica do teatro de rua é mais democrática porque a gente vai até as pessoas, é gratificante você fazer isso porque as pessoas passam pela rua e olham, observam o seu trabalho e isso pra gente é de grande valia. O teatro de rua propõe uma ação menos passiva mais ativa na parte do público, então o interessante é que ele participe e que ele interaja e possa ganhar cena.
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Danielle Salibian: Todo mundo foi bem receptivo, acompanharam e estiveram com a gente. A ideia de trazer o teatro de rua para cidades como Santa Isabel é ótima tanto para a gente que faz quanto para o pessoal que vem aqui prestigiar nosso trabalho. Estou no Artemanha onde está sendo a minha primeira experiência com o teatro de rua há um ano, mas já faço teatro há vinte anos.
Renato Macedo: Foi muito bom a galera tava participando mesmo parecia um caldeirão, um estádio de futebol. O teatro é importantíssimo ainda mais sendo de rua assim como o nosso que vem trazendo uma história bem popular, e é importante esse contato do povo com músicas deles mesmos como, por exemplo, o Maracatu, o Baião e a Ciranda. O espetáculo sendo na rua a pessoa se sente mais livre algo mais dela e elas gostam por causa dessa liberdade onde não existe diferença entre as classes sociais.
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Consagração do teatro de rua, uma reflexão bem humorada, tinha uma galera aqui hein! Diversão, foi gostoso... Essas foram às frases usadas por eles que trouxeram em tempos de crise o sorriso para nossas vidas e nos fizeram mergulhar no passado de nossos antecessores nessa louca história que não tem fim.
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Brasil quem foi que te pariu? Continua quem sabe numa próxima geração.
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