sábado, 8 de outubro de 2011

No Café da Manhã com Poesia: São Paulo


Magno Oliveira é poeta, blogueiro e repórter cultural. Junto com o radialista Bruno Martins criou o Blog Folhetim Cultural e todo sábado escreverá No Café da Manhã com Poesia ás 07 da manhã, com reprise aos domingos ás 09 horas da manhã.
E-mail do blog: folhetimcultural@hotmail.com
Magno Oliveira no twitter: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Telefone: 55 11 61903992
E-mail/ Orkut: oliveira_m_silva@hotmail.com




Poesia: São Paulo

São Paulo,

São Paulo Terra da garoa,

São Paulo Terra de gente boa.

São Paulo cidade querida,

Cidade cheia de vida,

Cheia de gente sofrida.

São Paulo que me faz chorar,

São Paulo que me faz sorrir

O mundo todo cabe aqui

Em você cidade menina,

Cidade da chuva fina.

São Paulo!


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pavio da Cultura terá lançamento de livros neste sábado (8/10)‏


Neste sábado (8/10), a Prefeitura de Suzano, em parceria com a Associação Cultural Literatura no Brasil, realizam mais uma edição do Pavio da Cultura, a partir das 20h, no Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (Rua Benjamin Constant, 682 – Centro).

Neste mês, durante o tradicional sarau, o escritor suzanense Mateus Nascimento lançará os livros "Utinga" e "Mistério Mulher". Haverá ainda a última etapa de seleção de autores para o segundo CD de Literatura, publicação em áudio que será lançada em dezembro, contendo 24 poesias, contos, crônicas e cordel.

Os interessados em se apresentar no Pavio da Cultura devem chegar ao local com 30 minutos de antecedência, ou seja, às 19h30. Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (11) 4747-4180.

Fonte: SECOM (Secretaria de Comunicação de Suzano)
Postagem: Magno Oliveira

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Chá das 5 com Ailton Sales: Jandyra



Ailton Sales se considera trovador. Nascido em Minas Gerais já residiu em São Paulo. Onde trabalhou e teve várias profissões, está atualmente aposentado na cidade de Poços de Caldas MG. Uma vez ao mês irá dar mostra de seu talento aqui no Folhetim Cultural ás 17 horas aos sábados e nas quintas feiras também ás 17 (reprise).

E-mail do Ailton: sales.ailton@hotmail.com






               Jandyra

Homem eu nasci
Vou falar de mulher
Aquela que nunca esqueci
Que não foi uma qualquer

Ela foi a minha primeira
Ah que saudade me dá
Ao meu lado na carteira
Ensinando-me o B-A BÁ

A professora querida
Com amor e dedicação
Colocando em minha vida
Cada dia uma lição

A sua voz pausada
Transmitindo o seu saber
Toda lição passada
Era fácil de aprender

Morena cor de canela
Sorrindo sempre contente
A simplicidade dela
Cativava toda gente

Digo com toda a franqueza
Na imagem que refletia
O que faltava em beleza
Sobrava em simpatia

Era muito diferente 
O seu geito de educar
Nunca magoava a gente
Mesmo quando ao castigar

Sua voz conciliadora
Sempre meiga e carinhosa
Não era de professora
Era de mãe amorosa

Essa mulher que eu descrevo
Digo porque não a esqueci
Cada letra que hoje escrevo
Foi com ela que aprendi

Jandyra era o nome dela
Hoje no meu coração
Tem um lugara só para ela
Com a minha gratidão

Teatro Ventoforte integra programação especial do Museu da Casa Brasileira para o Dia das Crianças


Em homenagem ao Dia das Crianças, no próximo 12 de outubro, o Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, oferece uma programação especialmente criada para o público infantil. A partir das 11 horas, será apresentada a peça teatral As 4 Chaves do grupo Teatro Ventoforte, e às 14h30, o programa Uma Tarde no Museu realiza uma oficina para incentivar a aproximação das crianças ao universo dos jogos e brincadeiras da cultura popular brasileira.Todas as atividades são gratuitas.

Sob a consagrada direção de Ilo Krugli, o grupo Teatro Ventoforte faz apresentação única nos jardins do Museu, envolvendo o público em uma aventura poética, que mescla canto, dança, música e poesia, e assume características de brincadeira de rua ao contar com a presença de quatro personagens de 2,5 metros de altura. De forma lúdica e divertida, a peça fala sobre a realização dos desejos e sentimentos de cada uma dessas figuras. Crianças, e também adultos, participam livremente do espetáculo, e ajudam na confecção de alegorias e na preparação de pães, distribuídos ao final do espetáculo.

Dando sequência à programação do Dia das Crianças, o Museu da Casa Brasileira realiza mais uma edição do Programa Uma Tarde no Museu, com atividades lúdicas que convidam toda a família a participar. A partir de 14h30, será formado um circuito de jogos e brincadeiras da cultura popular e, no final, cada participante construirá seu próprio brinquedo a partir das experiências propostas. A diversidade e influências culturais serão o tema central da atividade.
 
Teatro Ventoforte e As 4 Chaves
O Teatro Ventoforte foi criado em 1974, no Rio de Janeiro, com a estréia do espetáculoHistória de Lenços e Ventos, de Ilo Krugli. Com mais de 30 espetáculos encenados em diversos países, a companhia conquistou, ao longo de sua trajetória, cerca de 50 prêmios, entre eles alguns dos mais importantes do teatro brasileiro, como Mambembe, Moliére, APCA e Shell.

Criador de uma linguagem poética voltada para o sonho e a fantasia, o grupo inspira-se na arte popular e utiliza recursos artesanais, com uma estrutura comunitária que exprime a vocação dos seus participantes e aposta na potencialidade artística de cada ser humano. Desenvolve, desde a sua criação, atividades artísticas, educativas e sociais, principalmente para o público infanto juvenil, caracterizadas pela inovação e qualidade estética. A partir da valorização da cultura popular e da leitura de conteúdos expressivos das mais diversas realidades sociais e humanas, o coletivo propõe a democratização dos temas e das formas de apresentar os espetáculos.

A peça As 4 Chaves, de 1983, que utiliza um cenário composto por painéis que se movimentam, bonecos e alegorias, é detentora de prêmios como o de melhor direção pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), tendo realizado apresentações nos CEU’s de São Paulo, no festival Porto Alegre em Cena e em outros centros culturais do País.
 
Uma Tarde no Museu
O Programa Uma Tarde no Museu é voltado às famílias e ao público em geral com a finalidade de incentivar de forma criativa e lúdica a leitura da coleção, exposições temporárias e programação cultural do MCB. É uma atividade que ocorre todo mês, sempre aos sábados, dialogando com a programação do museu.

As estratégias e materiais são elaborados pela equipe de educadores do MCB e visam à experimentação de novas práticas de mediação com o público. Entre os objetivos centrais desta atividade estão o estímulo à cooperação e respeito entre diferentes pessoas e grupos, o reconhecimento do museu enquanto espaço de convivência, lazer e aprendizagem e o estímulo às atividades voltadas para o público espontâneo.


Ficha Técnica
Elenco: Ilo Krugli, Rodrigo Mercadante, Lizete Negreiros, Wilker Soares, Ricardo Marcondes, Felipe de Souza, Ana Maria Carvalho, Rita Rozeno, Juan Velásquez
Fotografia e Design Gráfico: Fábio Viana
Cenografia: Michael Paiva
Painel Cenográfico: Equipe Artesanal
Iluminação: Danilo Moura
Realização de Figurinos: Ana Maria de Carvalho
Administração: Claudeir Gonçalves
Música: Anônimas populares e repertório do Ventoforte
Produção: Ventoforte
Concepção geral, texto e direção geral: Ilo Krugli
 Serviço - As 4 Chaves
Data: 12 de outubro
Horário: 11 horas
Duração: 1 hora
Ingresso: Gratuito

Serviço – Uma Tarde no Museu
Data: 12 de outubro
Horário: 14h30 às 17h (chegar de 10 a 15 minutos de antecedência)
Inscrições: (11) 3032-3727 - Vagas limitadas (25)

Local: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano
Acesso a portadores de deficiência
Estacionamento: Feriado: preço único de R$15,00
Bicicletário com 20 vagas
Fonte: A4 Comunicação
Postagem: Magno Oliveira

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

De 05 a 16 de outubro São Paulo recebe 5ª edição do Festival Assim Vivemos no CCBB


Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, com programação gratuita traz produções sobre como a deficiência é encarada pela sociedade.

No dia 12 de outubro às 15h00 o CCBB será palco de um encontro de cidadãos e seus cães guia que após ato público assistirão a sessão das 17h00 que apresenta o documentário de 60 minutos “História do movimento político das pessoas com deficiência no Brasil” -  de Aluízio Salles Jr.





O Centro Cultural Banco do Brasil patrocina e recebe, de 05 a 16 de outubro, a quinta edição do Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, o Assim Vivemos. O evento, que acontece bienalmente, traz uma programação de filmes que instigam uma reavaliação do que a sociedade pensa sobre as pessoas com deficiência e suas possíveis limitações.


Além da programação com 28 obras, palestras e debates, a curadoria do Festival organiza um encontro de cidadãos e seus cães-guia para o dia 12 de outubro às 15h00. O ato promove a Lei que já existe e que permite a entrada dos cães em ambientes públicos.


A intenção é que os cidadãos portadores de deficiência possam compartilhar de suas experiências de circulação. “No Rio de Janeiro tem acontecido vários contratempos, porque ninguém sabe que é lei, que os cães-guia podem entrar em qualquer local público. Até mesmo alguns policiais desconhecem a lei. Recentemente uma deficiente visual sofreu ordem de prisão,  pois seu desabafo foi considerado desacato a autoridade. Convidamos não só quem tem seu cão guia, mas todos aqueles que simpatizam com a nossa causa e que conseguem enxergar a importância desse animal.” – Afirma Lara Pozzobon, curadora do Festival.


Extrato da Lei 11126:

Art. 1o É assegurado à pessoa portadora de deficiência visual usuária de cão-guia o direito de ingressar e permanecer com o animal nos veículos e nos estabelecimentos públicos e privados de uso coletivo, desde que observadas as condições impostas por esta Lei.
        § 1o A deficiência visual referida no caput deste artigo restringe-se à cegueira e à baixa visão.
        Art. 3o Constitui ato de discriminação, a ser apenado com interdição e multa, qualquer tentativa voltada a impedir ou dificultar o gozo do direito previsto no art. 1o desta Lei.
        Art. 4o Serão objeto de regulamento os requisitos mínimos para identificação do cão-guia, a forma de comprovação de treinamento do usuário, o valor da multa e o tempo de interdição impostos à empresa de transporte ou ao estabelecimento público ou privado responsável pela discriminação. 

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/Lei/L11126.htm



Sobre o Festival:



O Assim Vivemos nasceu quando Gustavo ainda era estudante de cinema da UFF, e realizou o curta-metragem Cão Guia, cujo enredo narra uma história de amor entre um rapaz e uma moça portadora de deficiência visual. O filme, ao ser selecionado para o festival alemão Wie Wier Leben (Como nós vivemos), levou o casal a encontrar – e se encantar – com os moldes do festival que trazia personagens reais, com a mesma alegria e vivacidade vistas cotidianamente. Assim, brotou o desejo de trazer ao Brasil um evento similar, que desse aos brasileiros o mesmo impacto tido entre o público alemão. Logo, em 2003, aconteceu a primeira edição do festival, já com o patrocínio do CCBB. E da estreia bem sucedida veio a criação do programa televisivo Assim Vivemos, veiculado na TV Brasil. 



Novas perspectivas são dadas ao tema por meio das 28 obras veiculadas durante as duas semanas de festival. Como não poderia deixar de ser, desde a sua criação – em 2003 – o evento conta com uma infraestrutura focada na acessibilidade, com catálogos em Braille, interpretação em LIBRAS, legendas closed caption, salas com acesso a cadeirantes e audiodescrição.


No circuito, o evento não atua apenas como festival de cinema. A abrangência do Assim Vivemos torna o Festival numa verdadeira celebração da inclusão cultural no Brasil, uma vez que colabora, de forma decisiva, para a inserção de pessoas que usualmente não frequentam programas culturais. “O evento contribui com o incremento da democratização da informação para todos, por ser um evento transdisciplinar e inédito, que junta a arte com as questões importantes das pessoas com deficiência, e por promover o encontro de pessoas de diferentes setores para debater os temas levantados pelos filmes”, complementa Lara Valentina Pozzobon, responsável pelo Assim Vivemos.


Desde a primeira edição, em 2003, os organizadores do evento recebem pedidos de prefeituras, instituições e universidades para exibir o festival em todo o país. “São Paulo, Rio e Brasília já conheciam o conceito do Assim Vivemos, através de divulgação em sites. Existe porém uma demanda reprimida muito clara na área da reflexão sobre as pessoas com deficiência”, afirma Lara.

 Ineditismo, riqueza de conteúdo e inclusão cultural. São esses os pilares que mantêm, fiel, seu público cativo. “O impacto que o conjunto de filmes causa é revelador: temos um público certo nas cidades em que já realizamos o festival, e a cada ano novos espectadores, a cada sessão, tornam-se novos apaixonados pelo festival e promovem uma divulgação espontânea sempre crescente”, conclui a produtora. 



 Assim Vivemos no CCBB


Quatro debates também fazem parte da edição 2011 do Festival Assim Vivemos. Em São Paulo, serão discutidos temas como Surdez e implante coclear; Síndrome de Down – trabalho e vida adulta; Deficiência visual e acessibilidade; Educação Inclusiva. 

A programação completa pode ser vista no site oficial do Festival, em

http://assimvivemos.com.br/programacao/ 


Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência Assim Vivemos 
Centro Cultural Banco do Brasil - De 5 a 16 de outubro
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – 011 3113-3651/31133652

Entrada franca


Assessoria de Imprensa:
Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo
011 34822510 – 34826908
erika.balbino@baobacomunicacao.com.br 

Fonte: Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo
Postagem: Magno Oliveira

Samba de Gui Cardoso é o grande vencedor do 3º Fesc


Com um samba de teor político que conta a história do Brasil, o músico mogiano Gui Cardoso conquistou o primeiro lugar do 3º Festival da Canção de Suzano (Fesc Suzano 2011), organizado pela Prefeitura e a Associação dos Músicos e Artistas de Suzano (Amas). A canção “Mãe Gentil”, apresentada apenas com voz e violão, obteve 29 pontos do júri. Em segundo lugar, ficou “Amor em Cordel”, composição do músico Guilherme Bandeira, apresentada com o grupo Jambra, com 27,6 pontos. Na terceira colocação, está “O Por do Sol”, de Dinho Araguaia, interpretada junto com a banda Irmandade Africana, que obteve 26,6 pontos. A cantora Jéssica Martins, vocalista da banda de rock Eyppi, foi considerada pelos jurados como a Melhor Intérprete do festival, com a música “Não Para”.

Realizada na noite de sexta-feira (30/9), a final da categoria Livre do Fesc lotou o Teatro Municipal Dr. Armando de Ré. Alguns grupos levaram torcida, mas todas as 17 apresentações da noite (seriam 18, mas um dos músicos selecionados não apareceu e foi desclassificado) empolgaram toda a plateia, que dançava e aplaudia cada um dos concorrentes. As músicas contemplaram diversos estilos: rock, rap, sertanejo, samba, reggae, MPB e ritmos alternativos.

Embora seja músico profissional, Gui Cardoso ficou surpreso por ter conquistado o primeiro lugar do Fesc. “É o primeiro festival que participo na minha vida!”, disse ele, que elogiou a qualidade dos músicos que se apresentaram e o alto nível dos jurados. “Participo do processo da Cultura em Suzano e vejo que muita coisa boa tem sido feita. A cidade só tem a crescer se continuar assim”.

O músico Guilherme Bandeira, que ficou com a segunda colocação, também deu os parabéns à política cultural desenvolvida no município. Ele sentiu que houve melhora na qualidade do Fesc em relação ao ano anterior. “Espero que o festival continue evoluindo”, completou.

Dinho Araguaia, terceiro colocado, fez agradecimentos: “Obrigado a todos os envolvidos na história do festival”, disse. E a Melhor Intérprete, Jéssica Martins, agradeceu a banda que a acompanhou na apresentação. “Não existe Melhor Intérprete sem esses meninos que tocam comigo”, disse ela, que demonstrou estar surpresa por ter recebido a premiação.

As notas (de 1 a 10) dos finalistas do Fesc foram atribuídas por três jurados, todos eles de reconhecida competência no meio artístico: Gustavo Anitelli, produtor do grupo Teatro Mágico; o cantor e compositor Edvaldo Santana; e o músico Clemente Nascimento, das bandas de rock Plebe Rude e Inocentes. Os quesitos avaliados foram letra, melodia e arranjo.

O primeiro colocado da categoria Livre do Fesc recebeu R$ 5 mil em dinheiro, troféu e um CD autoral, que será gravado no Estúdio Público Musical de Suzano José Gonzaga Sobrinho. O segundo lugar ganhou R$ 3 mil e troféu; o terceiro, R$ 2 mil e troféu; e a Melhor Intérprete, R$ 500 e troféu.

O Fesc tem o objetivo de fomentar a produção cultural na área da música. O secretário municipal de Cultura, Walmir Pinto, fez um balanço positivo do festival, pela qualidade dos trabalhos apresentados e pelo público presente. “A continuidade do Fesc depende dos músicos e dos amantes da música. É uma parceria”, afirmou.

Confira as notas dos primeiros colocados na categoria Livre do 3º Festival da Canção de Suzano:

1º lugar: “Mãe Gentil”
Autor e intérprete: Gui Cardoso
Nota final: 29,0

2º lugar: “Amor em Cordel”
Autor: Guilherme Bandera
Intérprete: Grupo Jambra
Nota final: 27,60

3º lugar: “O Por do Sol”
Autor: Dinho Araguaia
Intérprete: Dinho Araguaia e Irmandade Africana
Nota final: 26,6

Fonte: Mayara Francine SECOM Secretaria de Comunicação de Suzano
Postagem: Magno Oliveira

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Wanderléa encanta público no Baile da Primavera


A cantora Wanderléa encantou o público que compareceu ao Complexo Educacional Mirambava para o show que encerrou a 7ª Semana da Melhor Idade, realizada pelo Fundo Social de Solidariedade (Fuss) da Prefeitura de Suzano. O evento foi realizado na noite de sábado (1/10) e contou com um público de cerca de 560 pessoas. O prefeito Marcelo Candido e o vice, Walter Roberto Bio, foram recebidos no palco pela cantora.

Muito simpática e sempre interagindo com o público, Wanderléa cantou sucessos da Jovem Guarda como “Foi Assim”, “Pare o Casamento”, “É Preciso Saber Viver”, “Não Vou Ficar” e “Ternura” –música cujo refrão foi entoado pelo público.

Fonte: SECOM (Secretaria de Comunicação de Suzano)
Postagem: Magno Oliveira