sexta-feira, 1 de março de 2013

Sem notícia de Sean Penn, atores torcem para que 'Colegas' acabe com preconceito


Apesar da intensa mobilização via internet , não há sinal de que Sean Penn estará no Brasil nesta sexta-feira (1º) para assistir à estreia de "Colegas" , filme protagonizado por três atores com síndrome de Down. Um deles, Ariel Goldenberg, 32 anos, estrelou uma campanha em vídeo para realizar o sonho de conhecer o astro. Mas a ausência não vai abalar uma convicção maior: a de que o longa terá o poder de transformar os espectadores. “Vai mudar tudo”, afirmou, em entrevista ao iG . “Este filme vai quebrar o preconceito, vai ensinar as pessoas a ter outro olhar. Vai acontecer uma inclusão pela arte.”



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Dirigido por Marcelo Galvão, “Colegas” conta a história de três jovens criados em um instituto para portadores de síndrome de Down que decidem fugir após assistirem a “Thelma e Louise”. Fãs de cinema, eles embarcam em um road movie da vida real para realizar seus sonhos, contando com um carro roubado e a mesma determinação dos atores que os interpretam.


Como o personagem Stallone, que sonha em ver o mar, Ariel está disposto a fazer o que for preciso para se tornar cineasta. Com alguns trabalhos anteriores no currículo (a novela “Jamais te Esquerei” do SBT e o seriado “Carga Pesada” da Globo), depois de “Colegas” ele abandonou o emprego em uma empresa de tintas para se dedicar integralmente à carreira. Quer continuar fazendo cinema, televisão e teatro e pretende começar a trajetória como diretor com um documentário sobre inclusão. “Quero que o preconceito acabe”, afirmou. “Minha vida sempre foi normal.
 
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Breno Viola, 30 anos, interpreta Márcio, cujo sonho é voar. Integrante da equipe do site Movimento Down, flamenguista e faixa preta de judô, ele considerou o fato de ter sido escolhido entre 300 candidatos para estrelar o filme como mais um obstáculo vencido. “Não importa as barreiras, eu vou derrubando tudo. Não há limite para viver a vida”, afirmou. Entre as semelhanças com seu personagem, ele destaca uma: “Também gosto muito de mulher. Mas eu prefiro as magras, o Márcio só pensa nas gordas.
 

A menina do trio é Rita Pokk, 32 anos, funcionária de uma rede de farmácias que no cinema interpreta Aninha. “A personagem é a mesma coisa que eu: tudo o que ela passa no filme, eu passo na vida real”, contou. Entre os pontos em comum está o sonho de casar – realizado por Rita há quase dez anos, quando disse sim à Ariel.
 
Os dois se conheceram quando estudavam teatro na Associação para o Desenvolvimento Integral do Down (ADID) e atuaram juntos pela primeira vez numa versão teatral de “Romeu e Julieta”. Em 2005, já casados, participaram do documentário “Do Luto à Luta”, de Evaldo Mocarzel. Hoje, vivem juntos com a mãe dele em São Paulo.
 
 
 
 
 
 




Breno Viola, Ariel Goldenberg e Rita Pokk, atores de "Colegas"
A troca de olhares e elogios entre os dois é constante. “Meu romance com o Ariel é na base do carinho, da conversa, de brincar, namorar”, conta. “Ele me leva para jantar a dois, me dá buquê de flores, me chama para sair, para tomar cafezinho preto com ele...Ariel é muito romântico e apaixonado por mim.”
 
Juntos também no filme, eles garantem ter tirado de letra as cenas de romance. “Beijar é fácil, já sei fazer isso”, disse Ariel. “Não é difícil, é simplesmente bom”, acrescentou Rita.
Além de beijos, eles também trocam carícias durante a noite de núpcias, uma cena que para o diretor significava a chance de quebrar paradigmas, rejeitando comentários de que o conteúdo poderia ser “pesado” por se tratar de dois portadores de síndrome de Down. “Quis mostrar que eles também se beijam e têm vida sexual ativa. Não há vergonha nenhuma nisso, é normal e real”, explicou Galvão, que optou por uma tomada mais insinuante do que explícita. “Quis filmar o sexo de forma bonita, com delicadeza, como fazem os grandes filmes.”

'Energia boa'
 
A inspiração para “Colegas” veio da vida pessoal de Galvão, que foi criado com um tio portador da síndrome. Desde o começo, ele teve a certeza de que a melhor forma de contar a história era optar por um filme leve e cômico. “Nunca vi meu tio como deficiente, sempre como amigo. Dava risada com ele, tinha orgulho. Então quis fazer um filme que tivesse essa áurea, essa energia boa, esse lado lúdico de acreditar que tudo é possível”, contou.
Outra decisão crucial foi a de não abordar a doença ou as formas de preconceito de forma direta. “Não quis levantar nenhuma bandeira. É mais eficaz mostrar que os três conseguem fazer o espectador rir, chorar e se emocionar pela atuação, não porque são deficientes”, opinou.
Itamar Aguiar/Pressphoto
Os atores Ariel Goldenberg e Rita Pokk abraçam o diretor Marcelo Galvão em Gramado
A naturalidade da abordagem foi aprovada pelo elenco. “Não queremos ser tratados como coitadinhos”, afirmou Breno. “Antigamente éramos vistos como mongoloides. A gente não quer isso. A gente quer ser tratado como todo mundo, como ser humano normal.”

Galvão disse ter escolhido os protagonistas por serem pessoas eloquentes, inteligentes, com boas tiradas e capacidade de improviso. “Mas o principal foi o carisma", explicou.

Foram sete anos desde a primeira versão do roteiro até a finalização do filme, o primeiro dos cinco da carreira do diretor que contou com incentivo público e privado. Entre os R$ 6 milhões do orçamento, R$ 500 mil foram captados por Ariel na empresa em que trabalhava. “Sou o marketing pessoal do Marcelo e do 'Colegas'”, explicou o ator.

Durante quatro anos, Galvão manteve ensaios semanais, sempre às quintas-feiras, com Ariel e Rita. Breno começou a ensaiar 30 dias antes de começarem os três meses de filmagem, que correram sem grandes dificuldades. Breno treinava o texto sozinho em seu quarto, Ariel tem facilidade para decorar suas falas (“é só ler, entender e improvisar”) e Rita classificou a experiência no set como “divertida, gostosa e pra cima”.

As referências cinematográficas que permeiam o roteiro – de “Cães de Aluguel” a “Blade Runner” – foram a saída pensada pelo diretor para o caso de o elenco não atuar bem. “Como os personagens trabalham na videoteca do instituto e decoram falas de filme, criei situações em que eles usassem essas frases como se estivessem representando”, contou. “Então, se saísse ‘overacting’, teria a ver com a história. Mas descobri que eles eram muito bons e isso virou só a cereja do bolo.”

Prêmios e sonhos
 
Galvão conta com o boca a boca - ampliado exponencialmente pela campanha “Vem Sean Penn” – para que o filme seja visto nas cerca de 100 salas em que será exibido ao redor do País. Ele foi o principal defensor do atraso na estreia, inicialmente prevista para novembro, para que houvesse tempo de apresentar a produção ao público e evitar concorrer com o último longa da saga “Crepúsculo” .

Por considerar a competição com blockbusters desigual, ele é defensor de uma cota para filmes brasileiros que funcione em caráter temporário, até que a demanda dos próprios espectadores a torne desnecessária. “Acho que temos de começar a fazer mais filmes para o público, o que não significa filmes ruins. Criou-se essa separação, quando na Argentina se faz muito filme bom que é sucesso de bilheteria”, opinou.

Assista ao trailer de "Colegas":
 
Além do boca a boca, o filme também chega ao circuito com o título de vencedor do Festival de Gramado do ano passado, um prêmio que os atores guardam com carinho. Os três parecem completamente à vontade em meio à rotina de entrevistas e eventos. “Amamos esse trabalho e queremos que o público aplauda de pé”, disse Rita. “É isso que a gente espera: elogios, fotos, autógrafos! Ai, que maravilha!”, comemora a atriz, que sonha em trabalhar em Hollywood e fazer par romântico com seus astros favoritos: Brendan Fraser, Arnold Schwarzenegger e Leonardo DiCaprio.

No momento, porém, o foco é o sonho de Ariel: conhecer Sean Penn. Rita garante que, se ele não vier, o casal retomará o plano de ir a Hollywood, abandonado pela falta de visto. A oportunidade perfeita pode ser a cerimônia do Oscar – um prêmio que os atores estão certos de que o longa ganhará (Ariel já começou a pensar no discurso, Bruno disse querer ganhar como melhor ator).

O diretor também afirma que vai batalhar pela indicação brasileira. “Eu viajo junto com eles”, brincou. “Hoje ouvi um barulho de helicóptero e pensei: será que é o Sean Penn?”

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Foto retirada da internet
Fonte IG Postagem Magno Oliveira

FLIP confirma presença do autor irlandês Benjamin Black


Laureado pelo Booker Prize, autor irlandês lançará, pela Globo Livros, seu 16º livro intitulado Luz Antiga (Ancient Light)

Vencedor do Booker Prize, e nome cotado ao Prêmio Nobel de Literatura, o romancista irlandês John Banville confirma presença na 11ª edição da Flip – Festa Literária Internacional de Paraty –, que acontece entre os dias 3 e 7 de julho.


Seu título mais recente, Luz antiga (Ancient Light), será lançado no Brasil pela Globo Livros (Biblioteca Azul) durante sua visita à Festa. O romance, o 16º publicado pelo autor, acompanha a história de um ator cuja carreira parece seguir para o fim – assim como sua própria vida. Diante do processo, Alexander Cleave passa a viver de suas recordações, memórias de seu primeiro amor (um relacionamento delicado com uma mulher bem mais velha e mãe de seu melhor amigo) e de sua falecida filha.
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Banville é autor de uma obra em que se combinam uma dicção exuberante, marcada pelo lirismo e pelos jogos de linguagem, e enredos complexos. Dizendo-se influenciado acima de tudo pelo realismo sofisticado do americano Henry James, Banville é comparado pela crítica a mestres da literatura moderna como os irlandeses Samuel Beckett e James Joyce, e o russo Vladimir Nabokov. Colecionador de prêmios ao longo de sua trajetória, Banville foi agraciado, em 2001, com o Prêmio Franz Kafka, e receberá, no dia 22 de fevereiro, o Prêmio PEN irlandês em uma cerimônia em Dún Laoghaire. Seu maior sucesso, O Mar (2005), recebeu o Man Booker Prize, mais importante distinção da literatura em língua inglesa.


Escrevendo sob o pseudônimo de Benjamin Black, Banville publicou ainda sete romances policiais, entre eles O Cisne de Prata e O pecado de Christine (Ed. Rocco). Ambientados na Irlanda dos anos 50, os romances compõem uma intrincada teia de romances e adultérios envolvendo o protagonista Garret Quirke.
Nascido em 8 de dezembro de 1945, em Wexford (Irlanda), Banville, o mais velho dos três filhos do casal Doran Née e Banville Martin, declarou, após o período escolar, que a faculdade teria pouco benefício para ele. Dono de um espírito aventureiro, o escritor começou a trabalhar cedo, como balconista, na companhia aérea Aer Lingus, que lhe permitiu viajar a preços muito baixos. Na época, aproveitou para explorar países como Itália e Grécia e, mais tarde, se mudou para os Estados Unidos, onde viveu entre 1968 e 1969. Em seu retorno à Irlanda, trabalhou como jornalista e editor.
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A 11ª edição da Flip terá como homenageado Graciliano Ramos. No próximo dia 27 de outubro completam-se 120 anos do nascimento do autor, natural de Quebrangulo, Alagoas. Escritor, jornalista e político, Graciliano Ramos teve uma vida em que a literatura e a política se entrelaçaram e, não raro, suas convicções e atividade política inspiraram obras de forte conteúdo social.
Os escritores homenageados nas edições anteriores da Flip foram Vinicius de Moraes, Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Jorge Amado, Nelson Rodrigues, Machado de Assis, Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Oswald de Andrade e Carlos Drummond de Andrade.

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Foto retirada da internet
Fonte: A4 Comunicação
Postagem: Magno Oliveira

Aniversário de Poá tem programação definida

        

 A cidade de Poá vai completar 64 anos e a Secretaria de Cultura já preparou uma diversificada programação de aniversário. Vários eventos serão realizados no Pavilhão de Exposições “Prefeito José Massa”, na Praça de Eventos Lucília Gomes Felippe, a partir do dia 09 de março.
 
Embora o aniversário do município seja no dia 26, já é tradição comemorar durante todo o mês de março, segundo o secretário de Cultura Douglas Aspasio. Ele afirmou que a programação foi pensada para agradar a todos, não esquecendo inclusive das crianças: “A partir do dia 09 até o dia 29, a população poderá conferir peças de teatro, shows e até stand-ups”. 

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Ainda de acordo com o secretário, artistas poaenses também terão espaço dentro das comemorações, já que muitos irão se apresentar. Aspasio ressaltou também que para algumas peças de teatro e shows, será necessário doar um quilo de alimento não perecível para pegar o ingresso ou dependendo do evento, um quilo de leite em pó. Para isso, a partir do dia 06, os ingressos poderão ser retirados na bilheteria da Praça de Eventos, no período das 09 às 16 horas. 


Sobre a programação, ela já começa com a exposição Museu do Futebol, sendo que esta ficará aberta a visitação até o dia 26. “Teremos peças de teatro infantil e adulto, inclusive com atores conhecidos, shows do Raimundo Fagner, Leandro Lehart, Katinguele, Grupo Novo Lance, Banda Sonora, The Beatles Abbey Road, Rita Giron e Banda, apresentação da Orquestra Sinfônica de Poá, desfile cívico, entre outros”, frisou o secretário de Cultura (Segue abaixo a programação completa do aniversário da cidade)

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Programação de aniversário de Poá 2013 - 64 ANOS


Dia 09 a 26 - das 10 as 18h30

Exposição: Museu do Futebol

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



Dia 09 - 20h30

Teatro: Flávio Prado e os Deuses do Mundo da Bola (Stand-Up)

Censura: Livre - Ingresso: 1 Kg de Leite em Pó



Dia 10 – 16 horas

Teatro infantil: As Aventuras de Peter Pan e Pinóquio salvando a natureza

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



Dia 12 - 20h30

Teatro: O Homem de La Mancha

Censura: Livre - Entrada Franca (Não precisa de ingresso)



Dia 13 - 20h30

Teatro: Gozados (Stand-Up Musical)

Censura: 14 anos - Ingresso: 1 Kg de Leite em pó



Dia 14 - 20h30

Teatro: Pílulas insanas (Terça Insana) - (Pocket-Show)

Censura: 14 anos - Ingresso: 1 kg de Leite em Pó



Dia 15 - 20h30

Música: Orquestra Sinfônica de Poá - OJEHP

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



Dia 16 - 20h30 – Teatro: Quando você chegar

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



Dia 17 – 16 horas

Teatro infantil: Marionetes Guarujá

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



Dia 20 - 20h30

Teatro: O fantasma da sogra

Censura: 14 anos - Ingresso: 1 Kg de Leite em Pó



Dia 21 - 20h30

Teatro: Nelson Freitas e vocês (Stand-Up)

Censura: 14 anos - Ingresso: 1 Kg de Leite em Pó



Dia 22 - a partir das 20h30 – Música:

20h30 – Banda Sonora

22 horas - The Beatles Abbey Road

Ingresso: 1 kg de alimento não perecível



Dia 23 - a partir das 20h30 – Música:

20h30 – Rita Giron e banda

22 horas – Leandro Lehart

Ingresso: 1 kg de alimento não perecível



Dia 24 – 10 horas

Desfile Cívico



Dia 24 – 16 horas

Teatro infantil: João e Maria, Rapunzel e a história mais longa do mundo

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



Dia 24 - a partir das 20h30 – Música:

20h30 – Grupo Novo Lance

22 horas - Katinguelê

Ingresso: 1 kg de alimento não perecível



Dia 25 – 22 horas – Música:

Raimundo Fagner

Ingresso: 1 kg de alimento não perecível



Dia 29 – 20 horas

Teatro: Passos da Paixão

Censura: Livre - Entrada Franca (não precisa de ingresso)



 
*Os ingressos para as Peças Teatrais e Shows Musicais devem ser adquiridos antecipadamente na bilheteria da Praça de Eventos.


Secretaria Municipal de Cultura de Poá

Tels. 4638-8804 / 4638-6338 / 4639-2765

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Fonte: Secretaria de Comunicação de Poá Postagem: Magno Oliveira 

PREFEITO TESTINHA ASSINA CONTRATO PARA INICIO DAS OBRAS DO TEATRO MUNICIPAL

O prefeito poaense Francisco Pereira de Sousa, o Testinha, assinou na manhã desta sexta-feira, dia 22, o contrato para o início das obras do Teatro Municipal. Orçado em quase R$ 15 milhões, o prédio terá capacidade para receber cerca de 350 pessoas.




 
         A assinatura que foi feita no Paço Municipal e contou com a presença do vice-prefeito Marcos Borges e dos secretários Fernando Miranda (Turismo) e Genésio Severino (Obras), marca uma nova era para a cultura do município. “É uma obra muito importante para a cidade, pois nesses últimos anos temos investido muito nas atividades culturais, mas faltava um espaço destinado para esta área”, enfatizou o chefe do poder Executivo.

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         De acordo com Quinto Muffo, diretor da empresa Demax, responsável pela construção do teatro, as obras terão início na próxima semana com a sondagem do terreno. “O contrato prevê a conclusão da obra em 24 meses, mas iremos trabalhar para fazer a entrega antes deste prazo”, disse.


         A parceria entre o município e o governo do estado foi ressaltada pelo prefeito como fundamental para a conquista desta grande obra para Poá. “A obra que está orçada em R$ 14.916.699,13 está sendo custeada por meio do repasse do DADE (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento de Estâncias), através da Secretaria de Turismo. O novo espaço é um sonho do poaense que será utilizado para o desenvolvimento da cultura no município e, também, para iniciarmos os jovens neste mundo da arte. É um grande avanço para Poá”, destacou Testinha.

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         TEATRO MUNICIPAL


         O teatro municipal que será construído no terreno situado na esquina da Avenida Antônio Massa com a Alameda Pedro Calil, terá capacidade para 350 pessoas. A área do terreno é de 2.249 metros quadrados e o prédio contará com foyer; recepção (atendimento e bilheteira); bengaleiro; sala de teatro (plateia + balcão + camarotes); régie (montagem / sala de projeção); palco; teia; armazém de cenários; mobiliário de cena e piano; cafeteria; instalações sanitárias; camarins; sala de dança (+ vestiários / balneários); sala de orquestra; sala de artesanato; gabinete administrativo; centro de dança; recepção (Secretaria da Cultura); gabinetes; gabinete administrativo; gabinete da secretaria da cultura; sala de reuniões; sala para músicos; arquivos; instalações sanitárias; e áreas técnicas.

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Fonte Secretaria de Comunicação de Poá Postagem Magno Oliveira