Festival de Cultura “Cine Pipoca”


Festival de Cultura de Arujá tem início no dia 22 de maio

Oficina Cultural sediará o “Cine Pipoca”




Arujá receberá a partir das 22:00 horas do dia 22 de maio, o Festival da Cultura, que se estenderá até ás 22:00 horas do dia 23. O Festival contará com shows musicais(bandas locais), e com apresentação circense do “abacirco”. Cada apresentação terá 50minutos. Entre uma banda e outra, os arujaenses e convidados poderão aproveitar as exposições dos trabalhos manuais (artesanato), as opções também variam na Praça Central (Coreto), com barracas de alimentação. Destaque deste ano, para os Grupos folclóricos (Moçambique e Folias de Reis), organizado sobre tutela de D. Ana Cândida (Nhana) Festeira local. A Oficina Cultural, além de ter a programação em seu recinto, contará a partir das 22:00 horas com o “cine pipoca”, que exibirá filmes até às 07:00 horas da manhã.

Confira agora os filmes:



Décio Silveira, um malandro, rouba a maleta de Milan Ruffi, vendedor de produtos agrícolas, dentro de um trem. Com o auxílio involuntário de Polêncio, um caipira do vilarejo de Águas Turvas (Arujá), Décio se faz passar por Milan, oferecendo um grande negócio, do qual espera grandes lucros, a Satoru, fazendeiro japonês candidato a prefeito da região. Ayume, filha de Satoru, se apaixona por Décio, que prefere afastar-se já que ela está prometida a Takashi, fazendeiro vizinho. Começa aí, uma das comédias mais assistidas na década de 80, no Brasil, e que foi filmado em Arujá.



Salvatore di Vita é um cineasta bem-sucedido que vive em Roma. Um dia ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo está morto. A menção deste nome nome traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso, para onde Salvatore, então chamado de Totó, fugia sempre que podia, e fazia companhia a Alfredo, o projecionista. Foi ali que Totó aprendeu a amar o cinema. Após um caso de amor frustrado com Elena, a filha do banqueiro da cidade, Totó deixa a cidade e vai para Roma, retornando somente trinta anos depois, por causa da morte de Alfredo.

‘É TUDO NOSSO!’, UM DOCUMENTÁRIO PARA DESVENDAR O HIP-HOP



Lançado em outubro passado, após mais de três anos de pesquisa, gravação e edição, É Tudo Nosso! resgata a curiosa e acidentada trajetória do hip-hop no Brasil e no mundo. Dá voz aos criadores e artistas sociais de uma cultura que, cada vez mais, se espalha para além dos muros da periferia.
Além de passar pelas bases dos quatro elementos (B.Boy, DJ, grafiteiro e MC), o documentário mostra a formação de mais um item - o quinto elemento -, que conjuga conhecimento e consciência. É apenas uma primeira parte, nada superficial, de um vídeo-ensaio de pouco mais de três horas.
Toni C. também apresenta imagens e depoimentos colhidos em 21 estados do Brasil, além de Estados Unidos e países da África e da América Latina. São participações de adeptos do hip-hop - mas também de personalidades das mais diversas áreas. Há cenas inéditas da união de rappers com músicos da Orquestra Sinfônica de Campinas, do lançamento do filme Falcão, Meninos do Tráfico na Daslu e muito mais. O vídeo registra a atuação de lideranças como Mano Brown, Rappin Hood, MV Bill e Aliado G, sem esquecer manifestações regionais e internacionais.




A história se passa em Kigali, capital da Ruanda em 1994, no que ficou conhecido por Genocídio de Ruanda. Paul Rusesabagina (Don Cheadle) é gerente do Hotel des Mille Collines, propriedade da empresa belga Sabena. Relata um período de aumento da tensão entre a maioria hutu e a minoria tutsi, duas etnias de um mesmo povo que ninguém sabe diferenciar uma da outra a não ser pelos documentos. Tudo começa quando o presidente de Ruanda morre em um atentado após assinar um acordo de paz. Imediatamente os hutus creditam o crime aos guerrilheiros tutsis, dando início ao genocídio de tutsis e hutus moderados.




O Bandido da Luz Vermelha é um filme brasileiro de 1968, do gênero policial, dirigido por Rogério Sganzerla e baseado na vida do famoso criminoso João Acácio Pereira da Costa, o "Bandido da Luz Vermelha", é considerado o maior representante do cinema marginal. Sganzerla tinha apenas 22 anos quando realizou o filme. Jorge, um assaltante de residências de São Paulo, apelidado pela imprensa de "Bandido da Luz Vermelha", desconcerta a polícia ao utilizar técnicas peculiares de ação. Sempre auxiliado por uma lanterna vermelha, ele possui as vítimas, tem longos diálogos com elas e protagoniza fugas ousadas para depois gastar o fruto do roubo de maneira extravagante.


Fonte: Afrânio Barreto Secretaria de Cultura de Arujá
Reprodução: Magno Oliveira

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