Postagens

Mostrando postagens de Janeiro, 2012

Especial dia 30 dia da Saudade! Chá das 5: Ailton Sales Saudade

Imagem
Ailton Sales escreve uma vez ao mês no Folhetim Cultural, no Chá das 5. Já residiu no estado de São Paulo, hoje vive no estado de Minas Gerais, aposentado já trabalho em diversas profissões, como caixeiro viajante, bancário entre outras. Atualmente se dedica ao artesanato.







E-mail Folhetim Cultural : folhetimcultural@hotmail.com
Twitter Folhetim Cultural: http://twitter.com/#!/FolhetimCultura


Página Folhetim Cultural no Facebook:http://www.facebook.com/pages/Folhetim-Cultural/306412726048485?sk=wall


A SAUDADE

QUANDO FALO DA SAUDADE 
FALO SEMPRE COM CARINHO
FIEL A NOSSA AMIZADE
NUNCA ME DEIXA SOZINHO

DEDICADA COMPANHEIRA
ESTÁ SEMPRE AO MEU LADO
MANTENDO ACESA A FOGUEIRA
DAQUELE AMOR DO PASSADO

MEU CORAÇÃO É SEU NINHO
NUMA VIGÍLIA CONSTANTE
ELA FAZ FICAR PERTINHO
QUEM ESTÁ MUITO DISTANTE

POR ISSO QUE AO FALAR DELA
SEMPRE FALO COM CARINHO
PORQUE A SAUDADE É AQUELA
QUE NÃO ME DEIXA SOZINHO

Ailton Ferreira Sales.

Especial dia 30 dia da Saudade! Chá das 5: Bruno Martins

Hasta luego se Dios quiera
Ola que tal? Estoy muy bien e tu? Estoy muy bien gracias... Pero aora me voi por las calles. Entonces hasta luego se Dios quiera... A conversa era assim rápida o menino não tinha muitos argumentos para conversar em outro idioma com seu velho amigo já um homem de cabelos grisalhos de nome Armando. Armando era um brasileiro, aventureiro que adorava conversar em castelhano com seus amigos. Tinha assunto pra tudo de poesia à política quando queria escrever algo para a sua coluna no jornal da cidade Armando andava pelos bares da cidade em busca de inspiração era só encontrar alguém que não via há muito tempo e pronto, havia encontrado ali também o tema para escrever seu texto. Quando eu tinha dezesseis anos minha irmã me matriculou num cursinho de espanhol, aceitei fazer até porque não tive outra opção. Éramos um grupo de nove a dez pessoas e nos reuníamos numa casinha no centro da cidade, o professor era um homem já aposentado que deu aula de história a vida inteira, ma…

Especial dia 30 dia da Saudade!

Imagem
Sentimento de melancolia, perda, sofrimento No dia 30 de janeiro é comemorado o dia da saudade, essa palavra existe apenas na língua portuguesa e galega e serve para definir o sentimento de falta de alguém ou de algum lugar.
De origem latina, saudade é uma transformação da palavra solidão, que na língua escreve-se “solitatem”. Com o passar dos anos, assim como outras palavras se transformam de acordo com as variações da pronúncia, solitatem passou a ser solidade, depois soldade e, finalmente, saudade.
Podemos considerar que no dia da saudade as pessoas se dedicam às lembranças de seus entes queridos que estão ausentes, de fatos que viveram ou de lugares e objetos que marcaram suas vidas. Isso faz com que a palavra saudade se torne melancólica, trazendo certo sofrimento.
Saudade é também definida como “a sensação de incompletude, ligada à privação de pessoas, lugares, experiências, prazeres já vividos e vistos, que ainda são um bem desejável”, segundo o dicionário Veja Larousse.
Em outras l…

Especial dia da não violência: No Café da Manhã com Poesia: Violência e Guerra

Dando continuidade ao especial dia da não violência hoje trazemos mais dois textos produzidos ao longo de 7 anos que Magno Oliveira escreveu abordando o tema o poeta traz com mestria e simplicidade este tema que assola o país e que com certeza será motivo de preocupação de nossos políticos nos próximos anos e tema de discussão nas eleições que se aproximam.


Twitter Folhetim: http://twitter.com/#!/FolhetimCultura Twitter de Magno Oliveira: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Facebook de Magno Oliveira: http://www.facebook.com/oliveira.m.silva Página no Facebook do Folhetim:http://www.facebook.com/pages/Folhetim-Cultural/306412726048485?sk=wall


Violência

Nas favelas, nas praias, nos cerrados; Eu ouço disparos para todos os lados, Correria, gritos e desespero. Muito medo Pela tarde, manhã e cedo. Muita violência, violência sem exagero. Não é só no Rio de Janeiro É no país inteiro É de dezembro a fevereiro.


Guerra


Eu vejo flores mortas caídas pelo jardim Eu vejo a rosa, a margarida e a jasmim. Eu tenho me…

Especial dia da não violência: No Café da Manhã com Poesia: Insegurança e Sociedade Brasil

Neste mês de janeiro além do dia 01 comemorarmos o dia mundial da confraternização, dia mundial da paz também lembramos no final deste mês, do dia da não violência por isso vamos abordar no especial não violência de textos que abordam este tema e suas raízes, como insegurança, a segurança ou melhor a falta dela, polícia, política de segurança pública e por aí a fora. Uma sequência de textos produzidos por Magno Oliveira para com o tema.
Twitter Folhetim: http://twitter.com/#!/FolhetimCultura Twitter de Magno Oliveira: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Facebook de Magno Oliveira: http://www.facebook.com/oliveira.m.silva Página no Facebook do Folhetim:http://www.facebook.com/pages/Folhetim-Cultural/306412726048485?sk=wall


Insegurança



Existe uma luz no fim do túnel, Mas não é a esperança E sim bala perdida A violência deixa mais uma vítima ferida. Por causa da violência morre mais uma criança E o que fica de herança? É a nossa insegurança.


Sociedade Brasil



Nas escolas nos ensinam a olhar para frente …

São Paulo 458 anos: Devaneios do Ranzinza por Roberto Prado

São Paulo que já foi da garoa
é hoje das enchentes do chapéu de palha é hoje gorro de assaltante, do boné virado para trás do malandro que já foi do bonde de passageiros é agora dos fankeiros São Paulo que foi o futuro e hoje é o faturo ah São Paulo, São Paulo São Paulo da cultura agora te contentas com pixações com lixo espalhado pelas ruas são dos teatros cheios que agora se espanta com mendigos em suas escadas São Paulo que já ouvistes músicas agora só ouves choro e ranger de dentes canos de escapamento das motos do tum-tum-tum e práticumbum sem sentido e sem noção São Paulo que tivestes poetas agora te contentas com os estúpidos do Rap e Hip Hop e suas verborréias criminosas e ameaçadoras ah São Paulo que chuva nenhuma te limpa que bueiro nenhum te engole São Paulo cruel com teus filhos que labutam

São Paulo 458 anos: No Café da Manhã com Poesia: A garoa de São Paulo por Magno Oliveira

A Garoa de São Paulo
Magno Oliveira
Quando não estou em São Paulo estou só! tudo é não tudo é solidão sem a garoa de São Paulo. Avenida São João, República, MASP, Mercado Municipal, Morumbi, aqui longe onde vocês estão? Correr pela Marginal Descer para o litoral sem São Paulo me sinto mal... Quando não estou em São Paulo estou só! tudo é não tudo é solidão
sem a garoa de São Paulo...

Twitter: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Facebook: http://www.facebook.com/oliveira.m.silva
Twitter Folhetim Cultural: http://twitter.com/#!/FolhetimCultura
Facebook Folhetim Cultural: http://www.facebook.com/pages/Folhetim-Cultural/306412726048485?sk=wall
E-mail Folhetim Cultural:  folhetimcultural@hotmail.com

São Paulo 458 anos: Clipe musical Ê São Paulo - Tonico e Tinoco

Imagem
Ê São Paulo - Tonico e Tinoco
Ê São Paulo, Ê São Paulo, Ê São Paulo, Paulista Sempre serei.
Eu mesmo fiz a viola Dum pinheiro que eu plantei E combinei com o parceiro O meu sertão eu deixei Viemos pra capital Aos paulistas eu cantei Do folclore brasileiro Uma Folia de Rei.
Ê São Paulo, Ê São Paulo, Ê São Paulo, Paulista Sempre serei.
27 anos foram Dessa data que eu falei Despedi da minha roça Para São Paulo embarquei Sempre cantando no rádio Ao povo que sempre amei As moda bem sertaneja Do sertão que eu me criei
Ê São Paulo, Ê São Paulo, Ê São Paulo, Paulista Sempre serei.
Terra de Piratininga Nas indústrias trabalhei Acompanhando o progresso Respeitando sempre a lei Trabalhando na lavoura Teu café também plantei Orgulho em ser brasileiro Paulista sempre serei.
Ê São Paulo, Ê São Paulo, Ê São Paulo, Paulista Sempre serei.

Video retirado do Youtube
















Produzido por Magno Oliveira
Twitter: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Facebook: http://www.facebook.com/oliveira.m.silva
Twitter Folhetim Cult…

São Paulo 458 anos: Clipe musical Bandeira Paulista Tonico e Tinoco

Imagem
Bandeira Paulista
Tonico e Tinoco
Letra: Bandeira Paulista (Tonico e José Russo) Sou caboclo brasileiro Das colinas altaneiras Onde canta os violeiros Canta o sabiá cólera Sou matuto das queimada Desta terra brasileira Onde é bem representada Nas cor da nossa bandeira
Sou caboclo legionário Um Bandeirante Paulista Combatente voluntário Brasileiro realista Cada cruiz no calendário É dum herói nacionalista E cubrimo seu calvário No emblema das treze lista
Marchando com todo orgulho No desfile da parada O dia nove de julho Data sempre relembrada Abraçando com a Bandeira Das treze lista pautada São treze lanças guerreira Guardando a paz consagrada
Bandeira preta listada Gravada em nossa memória No berço dos bandeirantes No livro da nossa história Cada lista é uma trincheira Cada trincheira é uma glória E trás do topo vermelho Monumento da glória
Vídeo retirado do Youtube

São Paulo 458 anos: Avenida Paulista Rita Lee

Avenida Paulista Rita Lee Eu acordo bem cedo
E vou trabalhar Meu coração caipira Perdido na cidade Sonha e suspira Sonha e suspira
Sou fã número um
Do cantor popular Da vida de artista Da santa padroeira Da Avenida Paulista Da Avenida Paulista
Não existe praia
Pra afogar minha sede Eu encho a cara Eu picho a parede
Gosto de quem gosta
De arrancar um sorriso Se eu curto a "fossa" Eu perco o juízo
Na Avenida Paulista
Na Avenida Paulista
Produzido por Magno Oliveira
Twitter: http://twitter.com/#!/oliveirasmagno
Facebook: http://www.facebook.com/oliveira.m.silva
Twitter Folhetim Cultural: http://twitter.com/#!/FolhetimCultura
Facebook Folhetim Cultural: http://www.facebook.com/pages/Folhetim-Cultural/306412726048485?sk=wall
E-mail Folhetim Cultural:  folhetimcultural@hotmail.com

São Paulo 458 anos: Clipe musical Canções Bandeirantes-365-Tietê

Imagem
Começamos mais uma tarde com o Clipe Musical hoje 3 canções em homenagem a esta cidade! Você está curtindo São Paulo 458 anos? Então fique ligado porque amanhã teremos mais para você.
Canções Bandeirantes-365-TietêVideo retirado do Youtube



















Alguém sonhou que a cidade ia afundar,

Alguém falou que eu devia me confessar,
Me arrepender de toda sujeira que esse rio levou pro brasil, 
Virar as costas pro mar, 
Não se pode perdoar. 
Pecado paulista! 
Tem dias que tudo desafina, 
Tem noites que eu não sei cantar, 
Então vou procurar la na esquina o mar... eu vou. 
Tem dias que tudo desafina, 
Tem noites que eu não sei cantar, 
Então vejo surgir na neblina o mar. 
Meu coração, amarrado a margem do rio, 
Quer se soltar, 
Quer rever o que ainda não viu, 
Navegar...pro interior, 
Dos sonhos dos outros, 
Velas ao vento,