Entre 6 e 10 de julho, Paraty será palco da 9ª edição da festa literária.

flip2011Entre 6 e 10 de julho, Paraty será palco da 9ª edição da festa literária. Sob a curadoria de Manuel da Costa Pinto, a Associação Casa Azul irá realizar a 9ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) entre os dias 6 e 10 de julho de 2011, na cidade do sul fluminense. “Já estamos trabalhando na Flip 2011, sempre no intuito de manter a qualidade do evento que já conquistou a agenda literária mundial”, comenta Mauro Munhoz, diretor-presidente da Associação Casa Azul, organização responsável pela Flip. Este ano, excepcionalmente a Flip foi realizada em agosto devido à Copa do Mundo. Em 2011, o evento volta a figurar no mês de julho no calendário cultural do país.



Postado por Magno Oliveira

Comentários

  1. Olá!! passei aqui só pra dizer que já tinha dado uma olhada antes no seu blog gostei muito parabéns!!! valeu pela visitinha!! *__*

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  2. Obrigado querida Thays. Nos visite sempre.
    Ass: Magno Oliveira

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  3. Olá!!!
    Pedido feito... pedido atendido.
    Vim, vi, gostei e estou seguindo. Parabéns.
    Estarei presente nessa festa Literária.
    Até lá!
    Abraços de Luz.

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  4. Que ótimo, tomara que a festa seja boa. Obrigado pelos elogios direcionados ao blog.

    Magno Oliveira

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  5. Sim, meus caros, a Festa Literária, vai ser pra valer... E vivam: literatura e cultura...

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  6. Olá... Estou te seguindo... Moro no Piauí.
    E já que estamos por aqui... um pouco de poesia:


    Retrato na parede

    Os pássaros no quintal
    No cajueiro em frente ao portão, um sabiá
    Toda a manhã se enche de sons
    Do outro lado da casa, ouve-se o galo
    Um cantar imponente, infatigável
    E no ritmo da música, os capotes
    Falando de modo especial
    Já é dia _ o Piauí acordou
    As flores brancas dos mandacarus
    Em volta, abelhas e borboletas
    Em pequenos voos no céu azul
    É dia de sol em horas indefesas
    O lavrador com seu chapéu de palhas
    Carregando água dos cactos
    “Ah, que o dia hoje é quente!”

    Finalmente abro os olhos
    E como num retrato na parede
    A lembrança da infância mais me aperta




    Um cheiro. Teresa Cristina.

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