Chorão será enterrado nesta quinta-feira em Santos

Familiares do vocalista brigaram no Instituto Médico Legal, antes da liberação do corpo

O corpo de Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., será enterrado nesta quinta-feira, às 15h, no cemitário Necrópole, em Santos (litoral de SP).

Aberto ao público, o velório acontecerá a partir das 20h desta quarta-feira, no ginásio Arena Santos, também em Santos.

O corpo de Chorão foi liberado do Instituto Médico Legal, em São Paulo, na tarde desta quarta, depois que o filho do cantor, Alexandre, 23 anos, chegou ao local com a documentação necessária para levar o corpo a Santos.

No início da tarde, no IML, o irmão de Chorão, Ricardo, teve uma discussão ríspida com a ex-mulher do cantor,. Graziela Gonçalves.

Segundo informações de redes de televisão, os dois trocaram xingamentos e tiveram de ser apartados por amigos e familiares.

Após a confusão, Ricardo deixou o IML. Graziela permaneceu no local.


A morte
 

Chorão foi encontrado morto na madrugada desta quarta-feira (6) em seu apartamento em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Ainda não há informações sobre as causas da morte do músico, que completaria 43 anos em 9 de abril.


O corpo de Chorão foi encontrado na cozinha do apartamento pelo motorista do cantor, que chamou a polícia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o músico já estava morto.

Segundo o delegado Gilmar Contrera, da 14ª Delegacia de Polícia de Pinheiros, Chorão não se comunicava havia dois dias . Ele também disse que um pó branco foi encontrado no apartamento, mas não confirmou se tratar de cocaína nem traçou qualquer relação entre o pó e a morte do músico.

Segundo o delegado Itagiba Vieira Franco, do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). O cantor tinha um ferimento no dedo e havia manchas de sangue em paredes, interruptores e portas.


De acordo com Elisabete Sato, diretora do DHPP, o resultado dos exames toxicológicos, bem como da análise do pó branco e das imagens de câmeras do prédio devem ficar prontos em cerca de 30 dias.


O motorista, Kleber Attala, e o segurança, de nome Vitor, prestaram depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Eles deixaram o local por volta das 12h40, sem falar com a imprensa. Depois, a polícia começou a ouvir o tio, Ricardo. O filho, Alexandre, de 23 anos, será ouvido nos próximos dias. Ele compareceu ao DHPP para retirar documentos necessários para a liberação do corpo.

 

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