CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE 20 A 23/10 DA 7ª MOSTRA DE REFERÊNCIAS TEATRAIS DE SUZANO



20/10 (quinta) – 20h – Ponto de Cultura Círculo das Letras
Circo Internacional Condor

20/10 (quinta) – 20h – Galpão das Artes
“Nunzio”, com o Grupo Folias D’Arte
Nunzio é um trabalhador da indústria química, debilitado e crédulo. Pino é o seu “amigo que viaja constantemente e, pelo que tudo indica, um prestador de serviços ilícitos. Dois amigos imigrantes que vivem numa casa móvel que só ganha vida conforme a região e necessidade.

São esses os elementos/habitantes dessa tal “terra de ninguém”. Personagens que nada têm a oferecer além do que são. O que pode florescer na necessidade de não estar só? Talvez a solidariedade? Talvez o amor? Talvez o ciúme? A dependência, a chantagem, o medo, a astúcia?

Nunzio e Pino, os dois amigos que também dividem o mesmo metro quadrado, estão somente ligados pela história de um lugar que possivelmente não existe mais. No entanto, essa ideia acaba virando o motivo dos possíveis confrontos implícitos entre os dois. Por um lado, a tradição que se perde substancialmente; por outro, a tentativa de se criar um novo mundo. A partir daí, o que se instala no cotidiano dessas duas figuras é um adiamento preenchido de silêncios e diálogos truncados, um vazio que sutilmente vai corroendo os dias e criando um embate subterrâneo de tensões, que se traduz em cena em momentos tragicômicos de grande humanidade.

“Nunzio” é o primeiro trabalho do Folias D’Arte a estrear a partir dos núcleos de investigação criados para o estudo da Escritura Cênica e do Homem Cordial.

Ficha técnica
Autor: Spiro Scimone
Tradução: Jorge Silva Melo
Direção e adaptação: Danilo Grangheia
Elenco: Rodrigo Scarpelli e Thiago Bugallo
Preparação de ator: Tatiana Freire
Cenografia e adereços: Bira Nogueira
Assistência de cenografia: Fernanda Aloi
Figurino: Daniel Infantini
Iluminação: Túlio Pezzoni
Vídeo e programação visual: Ieltxu Martinez Ortueta
Produção: Folias
Duração do espetáculo: 1h15
Gênero: Comédia trágica

 21/10 – (sexta) – 13h – Praça João Pessoa
“Mingau de Concreto”, com o Grupo Pombas Urbanas
Partindo da ideia de ocupar este espaço central da cidade, que pelo menos duas vezes por dia vive a neurose do rush, quando as pessoas incham as ruas num deslocamento incessante e travadamente apressado, “Mingau de Concreto” foi criado para intervir ludicamente neste fluxo caótico. Ocupando o espaço dos calçadões, os atores chegam como pessoas comuns e iniciam a composição dos seus personagens, construídos a partir de figuras que são típicas deste universo do centro de São Paulo: bêbados, malandros, travestis, migrantes, meninos de rua, grã-finos decadentes, autoridades, religiosos e também a gente comum que por aí tem de transitar.

Familiarizado com a linguagem dos artistas de rua, a quem o espetáculo homenageia na sua forma, o público compõe-se em círculo, formando a famosa “roda de curiosos”, que aos poucos vai reconhecendo a realidade da qual se trata e se divertindo com ela.

Com uma linguagem bastante popular, inspirada nas rodas de artistas de rua do centro de São Paulo, “Mingau” surgiu em 1996, a partir do contato cotidiano entre os membros do Pombas Urbanas e o espaço poluído, ruidoso e imundo das ruas do centro. Em cena, facilmente se reconhecem os personagens desse submundo, que não deixa de ser fértil e colorido: um mingau de estilhaços da vida urbana, em seu esplendor e decadência.

Os ensaios para criação do espetáculo foram feitos na própria rua, no Boulevard São João, em São Paulo. Nos ensaios, transeuntes e habitantes do centro formavam uma roda que acompanhava a criação e muitas vezes opinavam diretamente para os atores. Muitas vezes, entre o público havia “figuras” que inspiravam a criação dos personagens: bêbados, prostitutas, desempregados, migrantes nordestino, meninos de rua.

Em outubro de 2009, o grupo Pombas Urbanas completou 20 anos de existência. Nasceu a partir do projeto “Semear Asas”, concebido pelo diretor Lino Rojas, com objetivo de formar atores e técnicos para o teatro com jovens de São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo.

Com seu fazer teatral, o grupo busca reconhecer e expressar sua cidade e seu tempo. O processo de formação de atores desenvolvido pelo grupo parte do reconhecimento do ator sobre seu corpo e seus movimentos, da compreensão de sua histórias, suas raízes étnicas e culturais e do meio em que vive para desenvolver sua expressividade cênica. Com este processo, o grupo pesquisou de distintas maneiras a cidade de São Paulo, criou e montou seu repertório de 12 espetáculos de diferentes linguagens: de teatro de rua, para palco, público infantil, jovem e adulto. A primeira montagem da companhia, “Os Tronconenses”, foi apresentada em 1991. Nesta ocasião, o grupo, inesperadamente, foi vencedor de cinco prêmios: Melhor Pesquisa de Linguagem Cênica, Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Revelação de Ator e Atriz. Com este mesmo espetáculo, a companhia participou em 1995 do 10º Encontro de Teatro Popular Latino Americano, em Santiago do Chile, e da 2ª Mostra de Teatro Jovem Montevidéu, no Uruguai.

Em 1997, com o espetáculo “Ventre de Lona”, que trata da questão do abandono, contando a história de um bebê abandonado na porta de um teatro, recebeu o Prêmio Estímulo Flávio Rangel/Funarte, na categoria Consolidação de Pesquisa de Linguagem Cênica.

Desde sua formação, o grupo ministra cursos de teatro em diversas regiões da periferia de São Paulo, transferindo o conhecimento produzido em sua pesquisa para jovens e adolescentes destas regiões. O processo de formação do ator desenvolvido pelo grupo tem despertado a atenção de artistas e educadores da cena teatral e educacional brasileira e Internacional, pois sua prática e método de pesquisa estão plenamente alinhados com a arte contemporânea, que privilegia a formação humana e global do indivíduo.

Lino Rojas, ator, diretor e dramaturgo (falecido em fevereiro de 2005, aos 62 anos), aplicou a metodologia que desenvolvia com o grupo na coordenação de cursos de teatro como o Curso Técnico Ator do Senac, prestando diversas assessorias a projetos culturais voltados para o jovem. Com seus espetáculos e cursos, o grupo participou de eventos no Brasil e exterior, como o 8º, 10º e o 15º Encontro Nacional Comunitário de Teatro Jovem (2003, 2005 e 2010), em Medellín, Colômbia; o XXI Festival Internacional de Oriente, na Venezuela, em 2001; e o X Festival Internacional de Teatro de La Habana, em Cuba, em 2001.

Além da pesquisa e produção de espetáculos, o grupo sempre desenvolveu ações que aproximassem o teatro de populações mais marginalizadas da cidade –dedicação coerente com a própria origem do grupo. Ao estruturar-se como uma companhia profissional, sempre buscou criar oportunidades de acesso, se dedicando intensamente à transferência de seus conhecimentos para outros jovens da periferia e realizando apresentações e temporadas de seus espetáculos em regiões sem acesso ao teatro. Em janeiro de 2004, o grupo conseguiu a cessão de um galpão no bairro Cidade Tiradentes, em regime de comodato por 20 anos, onde promove um intenso processo teatral comunitário, caracterizado pelo profundo vínculo entre artistas e comunidade.

Ficha técnica
Elenco: Adriano Mauriz, Paulo Carvalho Jr., Juliana Flory, Marcelo Palmares, Marcos Kaju, Ricargo Big, Natali Santos e Thabata Letícia
Texto: Lino Rojas
Direção: Marcelo Palmares e Paulo Carvalho Jr.
Trilha sonora: Pombas Urbanas
Cenografia e figurino: Pombas Urbanas
Operador de som: Cláudio Pavão
Contrarregra: Rodrigos Arrais
Produção executiva: Pombas Urbanas

21/10 – (sexta) - 20h – Galpão das Artes
“Cidade Fim – Cidade Coro – Cidade Reverso”, com o Teatro de Narradores
Quantos prólogos são necessários para que algo aconteça? Esse é o bordão que atravessa a cena desse novo espetáculo do Teatro de Narradores. Em três partes articuladas, o grupo se pergunta pela capacidade que ainda temos de imaginar futuros.

O espetáculo sintetiza o momento atual do trabalho do grupo, em que o foco é a investigação sobre formas de sociabilidade e convívio, empreendida no entorno de sua sede, que fica no bairro do Bixiga, em São Paulo. A vida operária no final dos anos 1970, depoimentos conformando trajetórias  e formas do “trabalho” hoje, a dimensão do otimismo e a “vida a crédito” que toma o cotidiano da pobreza no país, suas apostas e expectativas de futuro são aspectos que marcam tematicamente a dramaturgia desse espetáculo.

Em “Cidade Fim – Cidade Coro – Cidade Reverso”, a primeira parte é um filme, sonorizado ao vivo pelos atores e um músico, em que o grupo acompanha a trajetória de três operários amigos, em 1980, durante o surgimento do movimento sindical em São Paulo, e discute as relações entre “aposta política”, “relações com o passado” e “memória política”.

Na segunda parte, a partir de depoimentos coletados durante a pesquisa, sobretudo com moradores do Bixiga, os atores realizam uma espécie de jogo de cena, em que transitam entre depoimentos documentais e os próprios depoimentos, construindo com isso novas trajetórias, esboços ficcionais.

Na terceira parte, o grupo leva o público para a rua, em clima de intervenção e festa, como uma fábula fragmentária sobre a “vida alucinada” de nossos dias, revendo criticamente em sua estrutura elementos do melodrama.

Ficha técnica
Concepção e direção geral: José Fernando de Azevedo
Assistente de direção: Lucienne Guedes
Dramaturgia: José Fernando de Azevedo e Lucienne Guedes
Atores: Emerson Rossini, Márcio Castro, Renan Trindade, Teth Maiello e Vinícius Meloni
Co-criadores: Benito Karmonah, Conrado Caputto, Daniela Parisi e Michelle Diniz
Direção musical: Anselmo Mancini
Direção de arte: Viviane Kiritani
Desenho de luz: Guilherme Bonfanti e Celso Linck
Preparação de atores: Eleonora Fabião, Isabel Setti, Lucienne Guedes e Tica Lemos
Apoio teórico: Luiz Recamán
Câmera e edição de imagens: Danilo Dilettoso
Técnico de áudio: Emiliano Brescacin
Assistentes de direção de arte: Ana Paula de Oliveira, Danilo Eric e Raquel Pavanelli
Coordenação técnica de cena: Danilo Eric
Cenotécnicos: Clayton Caetano e Joelson Shampoo
Maquinistas: Leandro Paneque, Luiz do Carmo, Juliano Amad, Pedro Henrique e João Fidelis
Costureira e modelagem: Judite de Lima e Sandra P. Dias Kiritani
Contra-regra: Cláudio Antonio da Silva e Denilson Monteiro
Operação de luz: Bruno Garcia e Diogo Cardoso
Motorista: Cláudio Antonio da Silva
Programação visual: Celso Linck
Secretária: Mônica Peixoto de Azevedo
Produção executiva: Lívia Gabriel
Coordenação de produção: Teatro dos Narradores
Duração: 2h40

Parte I - “Cidade Fim” (filme)
Direção, argumento, roteiro e coedição: José Fernando de Azevedo
Corroteiro: Lucienne Guedes
Direção de fotografia: Flávio Portella e Rodrigo Prata
Edição e projeção: Danilo Dilettoso
Composição de trilha e música em cena: Anselmo Mancini
Atores em cena: Emerson Rossini, Márcio Castro, Renan Trindade, Teth Maiello e Vinícius Meloni
Elenco do filme: Conrado Caputto, Emerson Rossini, Márcio Castro, Teth Maiello e Vinicius Meloni
Participação especial: Isabel Setti, Celso Frateschi, Flávia Teixeira, Patricia Gifford, Roberta Estrela D'Alva, Val Pires e Vera Lamy
Tuov - Teatro Popular União e Olho Vivo: César Vieira, Ana Lucia, Anna Dulce, Anita Sousa, Clóvis Lima, Douglas Cabral, Graciela Rodrigues , Meggy Requena, Miguel A. Mendes, Monique Flôr, Natalia Quiroga, Neriney Moreira, Oswaldo Ribeiro, Priscila Requena, Raul da Silva, Vanessa Bordin e Will Martines
Engenho Teatral: Beto Nunes, Débora Miranda, Hiles Moraes, Irací Tomiatto, Juh Vieira e Roberto Prado
Brava Companhia: Ademir de Almeida, Cris Lima, Débora Torres, Henrique Alonso, Joel Carozzi, Luciana Gabriel, Marcio Rodrigues, Rafaela Carneiro e Sérgio Carozzi
Grupo Peões em Cena: André Felix, Cleo Moraes, Fernanda Brook, João Henrique Garcia, Lucianny Bianco, Sérgio Sasso, Tin Urbinatti
Elenco de apoio: Suelen Slindvain, Sidney Santiago, Tica Lemos, Anselmo Mancini, Wellington Nunes, Giscard Luccas, Eduardo Mossri, Livia Gabriel, Lucienne Guedes, Renan Trindade, Kantagiraiê, Jonas Simões, Julio Rossini, Alex Brazzuka, Pedro Vieira, Izabel Lima, João Cruz, Julio Renato Oliveira, Gustavo Guimarães Gonçalves, Tatiane Ramos, Ludnei Calil, Anníbal Montaldi, Juliana Gontad, Henrique Cirilo, Ana Paula de Oliveira, Raquel Pavanelli, Francisco Rodrigues Fernandes (Paraíba), Roberto Vieira, Adenilson Souza Costa, Wanderley Magnesi e Aparecido Brasil de Castro.
Depoimentos durante o processo (a militância dos coletivos de teatro na periferia de São Paulo nos anos 1970):  Celso Frateschi, César Vieira (Idibal Pivetta), Luiz Carlos Moreira e Tim Urbinati

Parte II – “Cidade Coro”
Concepção e direção: José Fernando de Azevedo
Dramaturgia: José Fernando de Azevedo e Lucienne Guedes
Atores e co-dramaturgia: Emerson Rossini, Márcio Castro, Renan Trindade, Teth Maiello e Vinicius Meloni
Depoimentos: André Luiz Alves dos Santos, Donizete Arantes dos Santos e Priscila Oliveira Marques
Trilha sonora: Teatro de Narradores

Parte III – “Cidade Reverso”
Direção: José Fernando de Azevedo
Dramaturgia: José Fernando de Azevedo e Lucienne Guedes
Atores: Emerson Rossini, Márcio Castro, Renan Trindade, Teth Maiello e Vinicius Meloni
Direção musical: Anselmo Mancini
Músicos em cena: Aline Reis e Renata Facury
Adereço: Francisco Mateus dos Santos Filho

22/10 (sábado) – 20h – Galpão das Artes
“A Idade da Ameixa”, com o Grupo N.I.Te. (Núcleo de Investigação Teatral)
Duas atrizes (Gabriela Elias e Nathalia Lorda) dão vida a oito personagens que habitam as memórias femininas de um casarão rodeado pelas sombras das ameixeiras. “A Idade da Ameixa” conta a história de três gerações de uma família por meio das lembranças de duas irmãs que se correspondem por cartas. A memória funciona como o campo lúdico para esse reencontro com o passado. Ao recordar oito mulheres de uma velha casa com suas histórias, são revelados medos, alegrias e anseios dos personagens que brincam com o tempo, vasculhando a lembrança impregnada pelo cheiro avinagrado do vinho de ameixa elaborado outrora pelas avós.

Sustentado pelo jogo entre as atrizes e a utilização de poucos elementos cênicos, a concepção segue uma estrutura fragmentada, mantendo um fluxo de consciência vazado por uma linguagem poética.

Ficha técnica
Autor: Arístides Vargas
Direção: Luiz Valcazaras
Assistente de direção: Janaina Ribeiro
Tradução: Mario Viana
Elenco: Gabriela Elias e Nathalia Lorda
Cenário: Carlos Sato
Trilha original: Kalau
Figurino: Kleber Montanheiro
Iluminação: Luiz Valcazaras
Fotos: Luigi Bricoli
Produção: NG-Produtores Associados
Direção de produção: Palipalan Arte e Cultura

23/10 (domingo) – 20h – Galpão das Artes
“O Princípio do Espanto”, com Morpheus Teatro
Um homem procurando nas páginas de um livro o que as palavras não dizem. Um boneco entra em cena, encantado com que vê, pelos objetos que encontra, enchendo-se de desejos, apaixonando-se, celebrando, perdendo o controle, fracassando. O boneco pensa conduzir os objetos e a vida à sua frente, mas nada sabe sobre o que está por detrás de si, nada sabe sobre o homem que é responsável por seu mais simples movimento. O homem crê controlar o boneco que construiu, mas compartilha com ele a ignorância do que está por detrás de si próprio. Criador e criatura, em uma relação sem palavras. Ambos procurando... O que as palavras não dizem.

“O Principio do Espanto” nasceu em 2002, a partir das pesquisas do ator e diretor João Araujo no teatro de animação. Ao utilizar sua boca para obter o controle da cabeça do personagem, criou uma imagem muito rica que, por sua concepção física, o remeteu à imagem poética do “sopro divino”. É o momento mágico em que o criador assopra a vida para dentro da criatura, citado na Bíblia. Esta relação, assim, acabaria por criar e determinar a relação base entre criador/criatura (manipulador/boneco), e que encontrou, ainda, em trechos do poema “Elegias de Duíno”, de Rainer Maria Rilke, a direta ressonância com a obra e, por assim dizer, o caminho poético da concepção.

O espetáculo foi produzido no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação, projeto coordenado pela Cia. Truks Teatro de Bonecos, com apoio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, da Prefeitura de São Paulo. Para sua circulação e participação em mostras pelo Brasil, Europa e Ásia, contou também com o apoio da Petrobrás, Funarte, Ministério da Cultura, Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura.

“Princípio do Espanto” recebeu prêmios como Medalha de Ouro para o ator João Araujo no The First International Marionette Festival, em Hanói, Vietnã, em fevereiro de 2008; do Júri Popular de Melhor Espetáculo no Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, em 2006; e Melhor Espetáculo Nacional no Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Belo Horizonte, em 2004.

Ficha técnica
Criação e atuação: João Araujo
Operação técnica: Yuri de Franco
Figurino, cenário, adereços: João Araujo
Construção do boneco: João Araujo
Duração: 55 minutos

Fonte:SECOM Secretaria de Comunicação de Suzano
Postagem: Magno Oliveira

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